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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

Pentágono admite mais oito vítimas civis em ataques no Iraque e Síria

France Presse

Oito civis morreram e outros três ficaram feridos em uma série de ataques aéreos americanos lançados entre abril e julho do ano passado contra alvos do grupo Estado Islâmico no Iraque e na Síria, admitiu o Comando Central americano nesta sexta-feira. 

Fumaça é vista após ataque aéreo da coalizão liderada pelos Estados Unidos, em Ramadi, Iraque, no dia 29 de dezembro de 2015
Fumaça é vista após ataque aéreo da coalizão liderada pelos Estados Unidos, em Ramadi, Iraque, no dia 29 de dezembro de 2015

"Lamentamos profundamente a perda não intencional de vidas e danos físicos consequentes destes ataques", assinalou o Comando em um comunicado no qual revela os resultados de suas investigações sobre cinco ataques.

A coalizão já havia reconhecido a morte de quatro civis feitos de refém em Hatra (Iraque), em março, e duas crianças em Harem (Síria), em novembro.

Mas a coalizão é acusada, com frequência, de subestimar o número de vítimas civis de seus bombardeios.

A ONG Airwars, com sede em Londres, que compara e compila informações públicas, estima que essas perdas poderiam, na realidade, ser cifradas em centenas, talvez superar os milhares.

Em novembro, o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, uma ONG que dispõe de uma vasta rede de recursos nos focos do conflito na Síria, havia estimado a morte de 226 civis nos ataques da coalizão entre setembro de 2014 e final de outubro de 2015, somente neste país.


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