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EUA confirmam linha estratégica de 'desmembramento da Síria', diz analista

Os EUA declararam que não querem restaurar as regiões na Síria que estão sob o controle de Damasco. O especialista Vladimir Fitin explica na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik o que busca Washington.
Sputnik

Os EUA não querem ajudar na reconstrução das regiões na Síria que ficam sob o controle do presidente sírio Bashar Assad, declarou um alto funcionário dos EUA após o primeiro dia do encontro dos ministros das Relações Exteriores do G7.


Em janeiro, o Departamento de Estado dos EUA afirmou que Washington não iria ajudar a Rússia, o Irã e Damasco oficial na restauração do país, enquanto a "transformação política" da Síria não se realizasse. Segundo declarou o assistente adjunto do secretário de Estado dos EUA para o Médio Oriente, David Satterfield, a condição da ajuda é a reforma constitucional e eleições sob os auspícios da ONU.

O analista do Instituto dos Estudos Estratégicos da Rússia, Vladimir Fitin, na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik comentou a decla…

Coreia do Norte lança foguete e países condenam "violação de resolução" da ONU

RFI

A Coreia do Norte anunciou ter realizado na manhã deste domingo (7) o lançamento de um foguete de longa distância. Oficialmente, o regime de Pyongyang indica que o objetivo foi de colocar em órbita um satélite de observação terrestre pacífico. A operação, que viola resoluções da ONU, foi fortemente condenada pela comunidade internacional e uma reunião de emergência deve ser realizada em Nova York com as grandes potências do Conselho de Segurança da ONU. 


media
Imagens do lançamento do foguete pela Coreia do Norte neste domingo, 7 de janeiro de 2016. 
REUTERS/Kim Hong-Ji

A televisão pública norte-coreana informou que o lançamento do foguete, ordenado pessoalmente pelo dirigente Kim Jong-Un, permitiu "colocar com sucesso em órbita nosso satélite de observação da Terra Kwangmyong 4".

A Coreia do Norte apenas exerce seu direito legítimo de utilização "pacífica e independente" do espaço, afirmou a apresentadora de televisão.

Mas os países vizinhos da Coreia do Norte suspeitam que o lançamento é uma fachada par um teste de míssil e de tecnologia balística visando desenvolver um sistema de armamento para conseguir atingir o território americano.

O departamento de defesa dos Estados Unidos garante que um míssil entrou no espaço e Seul confirmou a entrada em órbita de um objeto, contrariando notícias da rede de tevê japonesa NHK de que o lançamento havia fracassado.

Condenações imediatas contra violação


As condenações da comunidade internacional foram imediatas. Pequim, aliado de Pyongyang, lamentou o lançamento e pediu calma para não alimentar as tensões na região. Tóquio considerou o lançamento "absolutamente intolerável".

Moscou condenou a operação e a considera "prejudicial à segurança". O governo francês afirma que se trata uma "provocação insensata", uma "violação flagrante" das resoluções da ONU e pede um reação rápida e firme a partir de hoje.

O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, também denunciou uma "violação flagrante" das resoluções da ONU. O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon julgou o anúncio "profundamente deplorável". A presidente da Coreia do Sul, Park Geun-Huye, reclama "medidas punitivas fortes" do Conselho de Segurança da ONU

Dirigentes da Coreia do Sul e dos Estados Unidos anunciaram a abertura oficial de discussões para instalar na península coreana um sistema de defesa antimíssil americano.

O último lançamento de foguete da Coreia do Norte foi feito em dezembro de 2012. Os serviços de informações internacionais suspeitam que o satélite colocado em órbita na ocasião nunca tenha funcionado corretamente. A hipótese reforça a convicção dos que acreditam que o objetivo científico da operação tenha sido apenas uma fachada para o desenvolvimento de tecnologia militar balística. 


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