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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

Coreia do Norte testa nova arma antitanque guiada por laser

De acordo com relatos da mídia, o líder norte-coreano Kim Jong Un inspecionou e elogiou o teste da nova arma portátil antitanque guiada por laser.


Sputnik

"Ele observou com grande satisfação que mesmo os tanques e carros blindados inimigos, que se vangloriam de sua alta manobrabilidade e poder de ataque, se tornam não mais do que uma abóbora cozida perante a arma antitanque guiada», disse Kim Jong Un citado pelo serviço de notícias estatal norte-coreano Yonhap.


Líder norte-coreano Kim Jong-un durante a inspeção do Exército
© REUTERS/ KCNA

Segundo a mídia, o líder do país elogiou a arma “pelo seu enorme alcance, a sua precisão, que não cede às melhores espingardas e o seu poder de destruição”.

Ele apelou para a produção em massa da arma e para a sua implantação nas unidades militares costeiras da linha de frente.

O relatório vem após o país ter lançado um satélite por meio de um míssil de longo alcance, desafiando a resolução do Conselho de Segurança da ONU que proíbe o lançamento de foguetes que possam ser usados como mísseis balísticos com ogivas nucleares. Tendo em conta um teste da bomba de hidrogénio em 6 de janeiro, a ação provocou a condenação da comunidade internacional e forçou uma nova onda das sanções por parte dos EUA, Japão e Coreia do Sul.


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