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Turquia não considera Patriot como alternativa ao S-400, diz parlamentar turco

Washington está negociando com Ancara quanto à possibilidade de fornecimento dos sistemas de defesa antiaérea norte-americanos Patriot no lugar dos S-400 russos, escreveu a revista turca Sabah, citando a assessora do Secretário de Estado dos EUA em questões políticas, Tina Kaidanow.
Sputnik

Kaidanow relevou que o Departamento do Estado está negociando com a Turquia para "tentar dar a entender aos turcos o que se pode fazer em relação aos Patriot".

"Estamos preocupados que a compra dos sistemas russos de defesa antiaérea seja uma espécie de apoio para a Rússia que, pelo que vimos, não se comporta bem em várias partes do mundo, inclusive na Europa", afirmou a assessora, citada pela edição turca.

Um representante do Ministério das Relações Exteriores turco, que pediu anonimato, comentou à Sputnik Turquia sobre a situação quanto às compras dos S-400 por Ancara, bem como quanto ao diálogo com os EUA.
"A nossa postura em relação aos S-400 foi reiterada por diversas vezes…

Coreia do Norte testa nova arma antitanque guiada por laser

De acordo com relatos da mídia, o líder norte-coreano Kim Jong Un inspecionou e elogiou o teste da nova arma portátil antitanque guiada por laser.


Sputnik

"Ele observou com grande satisfação que mesmo os tanques e carros blindados inimigos, que se vangloriam de sua alta manobrabilidade e poder de ataque, se tornam não mais do que uma abóbora cozida perante a arma antitanque guiada», disse Kim Jong Un citado pelo serviço de notícias estatal norte-coreano Yonhap.


Líder norte-coreano Kim Jong-un durante a inspeção do Exército
© REUTERS/ KCNA

Segundo a mídia, o líder do país elogiou a arma “pelo seu enorme alcance, a sua precisão, que não cede às melhores espingardas e o seu poder de destruição”.

Ele apelou para a produção em massa da arma e para a sua implantação nas unidades militares costeiras da linha de frente.

O relatório vem após o país ter lançado um satélite por meio de um míssil de longo alcance, desafiando a resolução do Conselho de Segurança da ONU que proíbe o lançamento de foguetes que possam ser usados como mísseis balísticos com ogivas nucleares. Tendo em conta um teste da bomba de hidrogénio em 6 de janeiro, a ação provocou a condenação da comunidade internacional e forçou uma nova onda das sanções por parte dos EUA, Japão e Coreia do Sul.


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