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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Damasco: Operação terrestre na Síria sem consenso do governo é ‘agressão’

O ministro das Relações Exteriores da Síria, Walid Muallem, disse neste sábado (6) que qualquer operação terrestre na Síria sem a aprovação de Damasco é um "ato de agressão".


Sputnik

Na quinta-feira (4), o Ministério da Defesa da Arábia Saudita anunciou estar preparado para implantar tropas terrestres para a Síria para combater ao Daesh. Na sexta-feira, a Casa Branca saudou a decisão de Riad.

Tropas sírias comemoram reconquista de bairro de Homs


"Qualquer intervenção na terra síria sem o consenso do governo sírio é um ato de agressão… lamentamos que aqueles [que invadem] venham a regressar aos seus países em caixões," citou a Reuters o ministro das Relações Exteriores da Síria, Walid Muallem.

O chanceler sírio também disse durante uma conferência de imprensa em Damasco que a delegação da oposição síria formada por Riad suspendeu as negociações de paz de Genebra após avanços do exército sírio:

"A delegação da oposição decidiu abandonar o diálogo depois de ouvir sobre os avanços feitos pelo exército sírio".

O grupo de oposição apoiado pela Arábia Saudita saiu das negociações em Genebra na quarta-feira (3), após o que o enviado especial da ONU para a Síria, Staffan de Mistura, anunciou que as negociações sírias seriam suspensas por três semanas.

As autoridades sírias pediram às Nações Unidas para apresentar uma lista de pessoas que irão representar a oposição nas negociações de Genebra.

"Exigimos ao enviado especial da ONU para a Síria para nos dar a lista de pessoas com quem vamos negociar, uma vez que não temos a intenção de falar com fantasmas".

Walid Muallem disse também que o cessar-fogo na Síria não pode ser alcançado até as fronteiras do país com a Turquia e Jordânia serem tomadas sob controle.


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