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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

EAU estão prontos a enviar tropas terrestres à Síria

As autoridades dos Emirados Árabes Unidos (EAU) afirmaram no domingo (7) que estão prontas a enviar as suas forças terrestres para a Síria para participar do combate à organização terrorista Estado Islâmico (Daesh).


Sputnik


"A nossa postura é que a campanha atual precisa de forças terrestres", cita a agência Reuters as palavras do chanceler do país, Anwar Qarqash, "Falamos de forças militares que vão liderar o avanço no terreno e daqueles que as vão apoiar".


No entanto, o ministro notou que "não se trata dos milhares de militares" e que o acordo dos EUA é uma condição necessária para as ações por parte dos Emirados Árabes Unidos.

Na quinta-feira (4) o conselheiro do Ministério da Defesa saudita, Ahmed Asseri, disse que a Arábia Saudita expressou a sua vontade de enviar tropas à Síria com a condição de a missão ser coordenada com a coalizão liderada pelos EUA. Mais tarde, o canal televisivo CNN comunicou que Riad e os seus aliados já estão preparando até 150 mil militares para uma possível operação na Síria.


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