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Ministro israelense ameaça devolver Líbano à 'Idade da Pedra'

Em entrevista ao portal saudita Elaph, o ministro da Inteligência de Israel, Yisrael Katz, avisou que seu país não hesitará em atacar o Líbano para deter a atividade do grupo xiita libanês Hezbollah, e ameaçou devolver o Líbano à "Idade da Pedra", informou o jornal israelense Haaretz.
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Além disso, Katz anunciou que Israel atacará instalações militares do Irã no Líbano: "Temos informações de que o Irã está construindo fábricas de mísseis avançados no Líbano e quero enfatizar que traçamos uma linha vermelha e que não deixaremos que o faça custe o que custar", acrescentou.


Lembrando-se da Segunda Guerra do Líbano em 2006, onde Israel lutou contra o Hezbollah, Katz destacou que os eventos de 11 anos atrás serão um "piquenique" em comparação com o que Israel pode fazer agora.

"Lembro-me de como um ministro saudita disse que devolveria o Hezbollah às suas cavernas no sul do Líbano. Devolveremos o Líbano à Idade da Pedra", declarou o ministro israel…

'Estas vitórias são uma prova do bom trabalho conjunto com a Rússia'

O governador da província síria de Latakia - a que sedia a base aérea de Hmeymim, casa temporária dos aviões russos participantes da campanha antiterrorista - falou perante os soldados novatos.


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O governador, que se chama Ibrahim Khodr al-Salem, destacou o papel da Força Aeroespacial da Federação da Rússia, que ajuda o exército sírio a combater os grupos terroristas Daesh (também conhecido como "Estado Islâmico") e Frente al-Nusra. A aviação russa chegou lá em 30 de setembro, após Damasco (capital) pedir ajuda neste combate. 


Combatentes da milícia armada síria depois de uma missão no norte de Latakia, Síria
Soldados sírios em Latakia © Sputnik/ Mikhail Alayeddin

Al-Salem fez o seu discurso na presença de mais de 500 soldados que iam prestar juramento.

O exército sírio tem mostrado importantes êxitos no início do ano em curso. Desde o início da operação conjunta, a mídia local e várias testemunhas informam da libertação de várias cidades e regiões que tinham permanecido nas mãos dos terroristas.

Entre elas, há a província de Deir ez-Zor, parcialmente ocupada pelos terroristas. Em finais de janeiro, o exército lançou uma ofensiva para libertar esta cidade, conseguindo afugentar os terroristas do aeroporto e de várias zonas da capital homônima.

"Estas vitórias são uma prova do bom trabalho conjunto do exército da Síria e do grupo da Força Aeroespacial da Rússia. Elas demonstram que o nosso povo sustém firme a sua terra e nunca a dará para os terroristas a destruírem", frisou al-Salem.

As Forças Armadas do governo cooperam com as forças de autodefesa, que se formam em cada província do país. Os soldados recém recrutados, voluntários, irão prestar juramento e depois começar a sua tarefa principal — guardar os municípios libertados de novos ataques.

"Estas forças adicionais irão agir em coordenação com o nosso exército. Elas não irão estar na linha da frente, mas se for necessário, elas também serão deslocadas para a frente de batalha", disse o governador al-Salem, assegurando que os voluntários terão conservados os seus cargos de trabalho da vida civil com cerca da metade do salário e pagamentos regulares às suas famílias.

A Síria está em estado de guerra civil desde 2011. Em 2014, o grupo terrorista Daesh proclamou, desde a cidade de Raqqa, um "califado mundial", agravando ainda a situação.



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