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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Força Aérea alemã comenta encontros com jatos russos no céu da Síria

Os jatos russos monitorizam permanentemente os Tornados da Força Aérea alemã (Luftwaffe) que realizam missões de reconhecimento, disse o comandante do Centro de Operações Aéreas à mídia. Ambas as partes atuam de forma profissional e evitam incidentes, acrescentou ele.


Sputnik

Os pilotos russos não tomam medidas agressivas em relação aos seus colegas alemães como, por exemplo, interceptações ou tentativas de os expulsar da área de operações, disse Joachim Wundrak ao jornal Rheinische Post.


Caça Panavia Tornado da Luftwaffe (Força Aérea alemã)
Panavia Tornado da Luftwaffe

“Estes encontros ocorrem de maneira profissional, nenhum incidente foi registrado”, disse o tenente-general da Luftwaffe, que acabou de retornar do centro de coordenação da coalizão internacional anti-Daesh no Qatar.

Wundrak disse que, entre os jatos que acompanham os Tornados alemães, estão os caças avançados de geração 4++ Su-35S da Força Aeroespacial russa.

O general acredita que os russos querem sublinhar que “ao contrário da coalizão internacional anti-EI [liderada pelos EUA], eles operam a convite do governo legítimo sírio”.

Ele sublinhou que a Força Aérea alemã tem experiência de relacionamento com colegas russos, visto que a Alemanha fornece constantemente jatos militares para patrulha do espaço aéreo de membros da OTAN como a Estônia, Letônia, Lituânia, países que não possuem aviões de interceptação para proteger o seu próprio espaço aéreo.

Wundrak estimou que a força aérea total que combate o Daesh na Síria e Iraque é composta por cerca de 100 aviões militares, revelando que, para evitar incidentes, as forças americanas e russas criaram uma espécie de "telefone vermelho" para permanecer em contato a toda a hora.

Visto que os controladores aéreos civis já não estão ativos por causa da guerra civil, Wundrak afirma que esta comunicação ajuda a informar as duas coalizões acerca das missões aéreas de ambas.

A Alemanha instalou seis aviões Tornado e um avião-tanque na base aérea da OTAN em Incirlik, no território turco. Os aviões da Luftwaffe não tomam parte de operações de combate, realizando somente operações de reconhecimento tático.

Em janeiro o exército alemão reconheceu que, após o upgrade dos seus aviões de reconhecimento Tornado, estes não podem efetuar voos noturnos, no quadro da missão de luta contra o Daesh na Síria e no Iraque, por causa da iluminação demasiado intensa do cockpit.

A Rússia, por sua vez, realiza desde 30 de setembro de 2015, a pedido do presidente sírio Bashar Assad, uma campanha militar para ajudar o governo da Síria a combater os avanços de grupos terroristas atuantes no país. As missões aéreas antiterroristas estão sendo realizadas a partir da base de Hmeymim no oeste da Síria, na província de Latakia.

No início deste mês o Ministério da Defesa da Rússia confirmou que os caças multifuncionais avançados Su-35S começaram a realizar missões de combate na Síria.


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