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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Força Aérea alemã comenta encontros com jatos russos no céu da Síria

Os jatos russos monitorizam permanentemente os Tornados da Força Aérea alemã (Luftwaffe) que realizam missões de reconhecimento, disse o comandante do Centro de Operações Aéreas à mídia. Ambas as partes atuam de forma profissional e evitam incidentes, acrescentou ele.


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Os pilotos russos não tomam medidas agressivas em relação aos seus colegas alemães como, por exemplo, interceptações ou tentativas de os expulsar da área de operações, disse Joachim Wundrak ao jornal Rheinische Post.


Caça Panavia Tornado da Luftwaffe (Força Aérea alemã)
Panavia Tornado da Luftwaffe

“Estes encontros ocorrem de maneira profissional, nenhum incidente foi registrado”, disse o tenente-general da Luftwaffe, que acabou de retornar do centro de coordenação da coalizão internacional anti-Daesh no Qatar.

Wundrak disse que, entre os jatos que acompanham os Tornados alemães, estão os caças avançados de geração 4++ Su-35S da Força Aeroespacial russa.

O general acredita que os russos querem sublinhar que “ao contrário da coalizão internacional anti-EI [liderada pelos EUA], eles operam a convite do governo legítimo sírio”.

Ele sublinhou que a Força Aérea alemã tem experiência de relacionamento com colegas russos, visto que a Alemanha fornece constantemente jatos militares para patrulha do espaço aéreo de membros da OTAN como a Estônia, Letônia, Lituânia, países que não possuem aviões de interceptação para proteger o seu próprio espaço aéreo.

Wundrak estimou que a força aérea total que combate o Daesh na Síria e Iraque é composta por cerca de 100 aviões militares, revelando que, para evitar incidentes, as forças americanas e russas criaram uma espécie de "telefone vermelho" para permanecer em contato a toda a hora.

Visto que os controladores aéreos civis já não estão ativos por causa da guerra civil, Wundrak afirma que esta comunicação ajuda a informar as duas coalizões acerca das missões aéreas de ambas.

A Alemanha instalou seis aviões Tornado e um avião-tanque na base aérea da OTAN em Incirlik, no território turco. Os aviões da Luftwaffe não tomam parte de operações de combate, realizando somente operações de reconhecimento tático.

Em janeiro o exército alemão reconheceu que, após o upgrade dos seus aviões de reconhecimento Tornado, estes não podem efetuar voos noturnos, no quadro da missão de luta contra o Daesh na Síria e no Iraque, por causa da iluminação demasiado intensa do cockpit.

A Rússia, por sua vez, realiza desde 30 de setembro de 2015, a pedido do presidente sírio Bashar Assad, uma campanha militar para ajudar o governo da Síria a combater os avanços de grupos terroristas atuantes no país. As missões aéreas antiterroristas estão sendo realizadas a partir da base de Hmeymim no oeste da Síria, na província de Latakia.

No início deste mês o Ministério da Defesa da Rússia confirmou que os caças multifuncionais avançados Su-35S começaram a realizar missões de combate na Síria.


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