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Países muçulmanos reconhecem Jerusalém como capital do Estado da Palestina

Os países da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI) acordaram nesta quarta-feira reconhecer Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidaram as outras nações a fazer o mesmo, em resposta à decisão dos EUA de declarar Jerusalém como capital de Israel.
EFE

"Declaramos Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidamos todos os países a reconhecer o Estado da Palestina com Jerusalém Oriental como sua capital ocupada", indica a minuta da declaração preparada nesta quarta-feira em Istambul por esta organização, formada por 57 países de maioria muçulmana.


A OCI, formada por 57 países de maioria muçulmana, inclui desde sua fundação em 1969 a Palestina como membro pleno, com sua capital em Jerusalém.

O documento, apresentado pelos "reis, chefes de Estado e de Governo dos Estados membros da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI)", apresenta em 23 pontos a postura do mundo muçulmano perante a decisão dos EUA.

Nesse texto, a OCI &quo…

Lugansk: Militantes do Setor de Direita entram em combate com soldados ucranianos

A inteligência da autoproclamada da República Popular de Lugansk informou sobre um confronto militar entre soldados das Forças Armadas da Ucrânia e organização nacionalista Setor de Direita, proibida na Rússia.


Sputnik


Esta informação foi divulgada pelo vice-chefe do Estado-Maior da Milícia da República, Igor Yaschenko. 


Homens vestindo uniforme militar com distintivos do Setor de Direita
Homens vestindo uniformes com distintivos do Setor de Direita © Sputnik/ Aleksei Vovk

“Assim, segundo os dados da nossa inteligência, na área da povoação Rassvet, em 6 de Fevereiro, teve lugar um confronto entre unidades do Setor de Direita e as Forças Armadas da Ucrânia”, declarou.

Segundo Yaschenko, este não é o primeiro caso de tais confrontos.

“Este incidente confirma mais uma vez que o Setor de Direita visa romper as relações com Kiev e derrubar as autoridades atuais”, pressupôs Yaschenko.

Em abril de 2014, Kiev iniciou uma operação militar nas províncias de Donetsk e Lugansk para apagar os focos de insatisfação com a mudança violenta de poder no país, ocorrida em fevereiro do mesmo ano.

As hostilidades deixaram mais de nove mil mortos e 20.700 feridos, segundo números da ONU.

Atualmente, está em vigor na região um cessar-fogo acordado pelo Grupo de Contato Trilateral (Rússia, Ucrânia e OSCE) com o objetivo de solucionar a crise, mas os dois lados do conflito denunciam violações regularmente.

O Setor de Direita é um movimento que reúne uma série de organizações radicais nacionalistas na Ucrânia. Em janeiro e fevereiro de 2014, membros do grupo participaram dos confrontos com a polícia, bem como da invasão de diversos prédios administrativos do país, e desde abril do ano passado, promovem a repressão de rebelião independentista no Sudeste ucraniano.

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