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Ministro israelense ameaça devolver Líbano à 'Idade da Pedra'

Em entrevista ao portal saudita Elaph, o ministro da Inteligência de Israel, Yisrael Katz, avisou que seu país não hesitará em atacar o Líbano para deter a atividade do grupo xiita libanês Hezbollah, e ameaçou devolver o Líbano à "Idade da Pedra", informou o jornal israelense Haaretz.
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Além disso, Katz anunciou que Israel atacará instalações militares do Irã no Líbano: "Temos informações de que o Irã está construindo fábricas de mísseis avançados no Líbano e quero enfatizar que traçamos uma linha vermelha e que não deixaremos que o faça custe o que custar", acrescentou.


Lembrando-se da Segunda Guerra do Líbano em 2006, onde Israel lutou contra o Hezbollah, Katz destacou que os eventos de 11 anos atrás serão um "piquenique" em comparação com o que Israel pode fazer agora.

"Lembro-me de como um ministro saudita disse que devolveria o Hezbollah às suas cavernas no sul do Líbano. Devolveremos o Líbano à Idade da Pedra", declarou o ministro israel…

Oposição síria insiste na inclusão dos curdos nas conversações de Genebra

A delegação da oposição síria insiste na inclusão da minoria Curda nas conversações internas sobre o conflito sírio, em Genebra. A informação é de um membro da oposição síria, Qadri Jamil, que conversou com a agência Spunik.


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O enviado especial da ONU para a Síria, Staffan de Mistura, que estabeleceu um prazo de seis meses para as negociações, que começaram em 29 de janeiro, não convidou a minoria curda para as negociações internas da Síria. 


Militares curdos
Militares curdos © AFP 2016/ Marwan Ibrahim

"Até agora eles não foram convidados, mas nossa delegação insistirá sobre a sua inclusão nas negociações. Vamos insistir que o enviado especial da ONU para a Síria, Staffan de Mistura, os convide", disse Qadri Jamil.

Ele ressaltou que os curdos são uma "parte integrante da delegação da oposição para as negociações".

A Turquia se opôs ativamente à participação curda no diálogo, citando sua postura ligando facções curdas sírias aos separatistas curdos em seu sudeste. Entre os países que têm influência no conflito, a Rússia e os Estados Unidos se posicionam a favor de incluir os curdos sírios nas negociações.



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