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Diferentes e parecidos: em que aspectos F-16 e MiG-29 se desafiam

Famoso, leve, universal e ainda relevante: há 40 anos, em 15 de agosto de 1978, a Força Aérea dos EUA adotou em serviço um caça multifuncional de quarta geração – o F-16.
Sputnik

No total, até 2018, mais de 4.500 aeronaves desse tipo foram construídas. Por sua produção em massa o "falcão de ataque", como os pilotos batizaram respeitosamente a aeronave, é um recorde mundial absoluto entre os caças leves. E por suas capacidades de voo e combate o F-16 figura ao mesmo nível dos principais concorrentes – os caças soviéticos e russos MiG-29.

Nesta matéria, a Sputnik apresenta as semelhanças e diferenças entre esses projetos, implementados quase simultaneamente.

Pequeno e armado

Na década de 1970, antes da introdução do caça pesado F-15 Eagle, a Força Aérea dos EUA percebeu que necessitava de um aparelho mais barato, simples e tecnologicamente avançado – um caça tático leve para obter superioridade aérea local. Cinco empresas norte-americanas apresentaram seus projetos. O Pentágono con…

Quem vai apoiar as tropas sauditas na Síria?

Os EUA e a Arábia Saudita discutem uma possível operação no terreno contra o Daesh, também conhecido como Estado Islâmico, na Síria, disse o representante oficial do Departamento do Estado, John Kirby.


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Na quinta-feira (4) a Arábia Saudita expressou a sua vontade de dirigir à Síria as suas tropas com a condição de a missão ser coordenada com a coalizão liderada pelos EUA, disse conselheiro do Ministério da Defesa saudita, Ahmed Asseri. 


Soldados sauditas no sudoeste da Arábia Saudita, 13 de abril de 2015
Soldados sauditas no sudeste da Arábia Saudita © AFP 2016/ FAYEZ NURELDINE

“Temos de saber mais sobre esta proposta… Estamos discutindo com os sauditas quais são os seus parâmetros e intenções”, afirmou o ministro

Além disso, o canal norte-americano CNN citou hoje fontes que afirmam que Riad e os seus aliados estão preparando até 150 mil militares para uma possível operação na Síria. Esta operação incluiria ainda militares egípcios, sudaneses e jordanos.

No entanto, o chefe do departamento de relações internacionais do Ministério do Ensino Superior sírio, Akil Mahfoud, disse à RIA Novosti que Riad irá de fato ajudar os grupos terroristas no país árabe devastado pela guerra.

O reino do petróleo "irá fornecer grande apoio para a Frente al-Nusra, Ahrar al-Sham e outros grupos similares, sob o pretexto de combater o Daesh", disse ele. "Qualquer intervenção na Síria será realizada, sem dúvida, para mudar o curso da guerra no país. Ela irá dificultar o sucesso do Exército Árabe da Síria. E aqueles que virão não combaterão contra o Daesh independentemente do que a Turquia e a Arábia Saudita dizem».

O cientista político afirma que Riad terá decidido enviar o seu exército para a Síria porque as forças lideradas por Damasco, auxiliadas por aviões de guerra russos e combatentes do Hezbollah, têm ultimamente avançado, enquanto os grupos terroristas estão recuando. O exército sírio teve recentemente grandes vitórias nas províncias de Aleppo, Latakia e Daraa.


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