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Especialistas: aumenta o risco de guerra entre os EUA, a Rússia e a China

O desenvolvimento de novos tipos de armas nucleares de "baixa potência" aumenta o risco de uma guerra entre os EUA, a Rússia e a China, segundo especialistas consultados por Newsweek.
Sputnik

O Pentágono está desenvolvendo dois novos tipos de armas nucleares, para acompanhar os progressos da Rússia e da China nesse terreno. Os especialistas tiveram acesso às minutas do projeto de doutrina nuclear norte-americana, que acusa Moscou e Pequim de ampliar as suas capacidades nucleares. 


Esse documento afirma a necessidade de "desenvolver e incorporar novos meios de contenção e de defesa dos objetivos, quando a contenção não funciona".

Entre outras medidas, o projeto revela a intenção de desenvolver ogivas nucleares de baixa potência para mísseis Trident, utilizados por submarinos da classe Ohio. Além disso, o departamento de Defesa dos EUA planeja desenvolver um míssil nuclear de baixa potência para suas bases marítimas.

O Pentágono considera o atual arsenal nuclear a disposi…

EUA e aliados acusam Irã de desafiar resolução da ONU com mísseis

O Irã desafiou uma resolução histórica do Conselho de Segurança das Nações Unidas ao realizar lançamentos de mísseis balísticos no início deste mês, segundo afirmaram os Estados Unidos e países europeus em uma carta conjunta obtida pela Reuters nesta terça-feira.


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De acordo com o documento, assinado por EUA, Reino Unido, Alemanha e França e endereçado ao embaixador espanhol na ONU, Roman Oyarzun Marchesi, e ao secretário-geral, Ban Ki-moon, os testes iranianos envolveram mísseis capazes de carregar armas nucleares, sendo inconsistentes e desafiando a resolução 2231, adotada em julho passado por ocasião do acordo nuclear entre Teerã e o grupo do P5+1. 


Soldados iranianos se preparam para lançar um míssil superfície-ar Hawk durante exercícios militares
Mísseis superfície-ar Hawk © AFP 2016/ ISNA/AMIN KHOROSHAH

Na carta, Washington e seus aliados pedem que o CS da ONU discuta respostas adequadas à suposta violação do Irã.

A Espanha foi designada para coordenar as discussões em torno da resolução 2231.


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