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ONG: EUA mobiliza terroristas no sul da Síria para atacar Ghouta Oriental

Os militares norte-americanos estão mobilizando combatentes de diversos grupos armados com objetivo de atacar os subúrbios orientais de Damasco, disse à Sputnik o chefe da rede de direitos humanos na Síria, Ahmad Kazem.
Sputnik

"Neste momento os EUA estão juntando os combatentes do Daesh e outros grupos, inclusive os de Idlib, e tenta os transferir para At-Tanf e depois para Ghouta Oriental (subúrbio de Damasco), com objetivo de se contrapor ao exército sírio, que pretende liberar a região dos terroristas", disse Kazem. 


Segundo o defensor dos direitos humanos, os financiadores da Arábia Saudita ordenaram que os terroristas já localizados em Guta Oriental empreendam o máximo dos esforços para resistir às tropas de Damasco.

"Eles continuarão a atacar Damasco de forma caótica com seus morteiros", acrescentou o entrevistado.

Os terroristas, que tomaram o subúrbio oriental de Damasco, continuam a disparar contra os bairros centrais e residenciais da capital síria. Nesta qui…

‘Mundo deve estar pronto para uma nova guerra em breve’

O fundador da empresa de inteligência norte-americana Stratfor, George Friedman, disse em entrevista à publicação Business Insider que o mundo deve estar preparado para uma nova grande guerra.


Sputnik


Segundo Friedman, na história mundial não houve um único século sem uma guerra que “pusesse em choque toda a ordem mundial da altura”. 




“A Guerra dos Sete Anos na Europa, as guerras napoleónicas do século XIX, as grandes guerras mundiais – cada século teve algo. Quer apostar que neste século não haverá algo? Aceitarei”, afirmou Friedman.

Ele explicou como começam tais guerras sistêmicas. Quando países como a Alemanha, a Rússia e a China entram em decadência, o seu lugar é ocupado por outros. O perigo desta situação é que os novos países “ainda não atingiram o equilíbrio”.

“Em 1871 foi a reunificação da Alemanha e, em resultado, começou um inferno. No início do século XX, o Japão aumentou o seu poderio e depois tornou-se em um caos”, exemplificou. “Agora também observamos uma mudança sistêmica. Estejam preparados para uma guerra!”, concluiu Friedman.

Na sua opinião, a mesma situação descrita de substituição da liderança de uns países por outros não é perigosa. O que é perigoso é a posição que os novos países assumem.

Segundo Friedman, os territórios principais onde podem ser iniciados conflitos são o Japão, a Polônia e a Turquia. São os países que mais provavelmente substituirão as potências que estão perdendo a sua influência.

Assim, Friedman prediz conflitos no Oriente Médio e na Europa Oriental e uma guerra marítima entre o Japão e os EUA.

Ao mesmo tempo, na sua opinião, há pequena probabilidade de um país usar armas nucleares contra o inimigo.


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