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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Pyongyang diz a Seul que não abandonará programa nuclear sem tratado de paz

A Coreia do Norte rejeitou o chamado feito pela sua vizinha do Sul para abandonar o seu programa nuclear, dizendo que isso não acontecerá sem que antes sejam realizadas discussões sobre um tratado de paz na península, segundo informou a mídia local.


Sputnik


Mais cedo, um representante do governo sul-coreano declarou que o abandono do programa nuclear de Pyongyang era uma pré-condição para que fossem iniciadas as conversas de paz entre as duas repúblicas. Em resposta, a Coreia do Norte afirmou que enquanto Seul e Washington continuarem com sua política hostil na região, isso não será possível. 


Postos fronteiriços da Coreia do Sul (no primeiro plano) e da Coreia do Norte (no segundo plano) perto da Zona Desmilitarizada
Postos fronteiriços entre as Coreias © AFP 2016/ JUNG YEON-JE

Nesta terça-feira, o Conselho de Segurança das Nações Unidas deveria votar uma resolução redigida pelos Estados Unidos que agrava as sanções contra a Coreia do Norte, por conta dos seus recentes testes nucleares. Mas, por decisão da Rússia, que invocou uma revisão processual do documento, a votação será adiada para a manhã desta quarta-feira.


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