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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Relatório vazado da Otan elogia ‘eficiência’ militar russa

Suposto documento secreto que analisa atuação de tropas aéreas na Síria ganhou destaque na imprensa russa. Informação foi vazada por publicação alemã.


Nikolai Chevtchenko | Gazeta Russa

Um documento da Otan que reconhece a “eficiência” e “profissionalismo” das forças aeroespaciais da Rússia na Síria repercutiu na imprensa russa, após a revista alemã “Focus” divulgar a informação alegadamente obtida na segunda-feira (7). 


Base aérea russa de Hmeymim, na Síria, recebeu reforço para checar cumprimento de cessar-fogo Foto:Dmítri Vinogradov/RIA Nôvosti

O documento cita que os oficiais da aliança estariam preocupados com a capacidade demonstrada das Forças Aeroespaciais russas em operação na Síria. “Quarenta jatos russos fazem até 75 missões por 24 horas, todos os dias realizando ataques contra o EI [Estado Islâmico]”, diz a fonte alemã, citada pelo jornal russo “Kommersant”.

Tecnologia mais inteligência

Comparado ao contingente da Otan na Síria, o número de aviões de guerra russos que operam no país é insignificante. Embora a aliança ocidental mantenha 180 jatos na região, atinge apenas 20 alvos por dia, de acordo com o “Kommersant”.

O número de ataques aéreos da Otan equivale a uma pequena fração dos bombardeios russos, apesar da superioridade quantitativa que a Aliança tem sobre a Rússia na Síria, segundo o relatório vazado.

A superioridade tecnológica de jatos russos e inteligência precisa são citados como razões para a discrepância. “Moscou enviou 4 caças Su-35 que [tecnologicamente] superam a maioria dos aviões produzidos no Ocidente”, publicou o jornal “Vzgliad”.

A frequência de saída de aviões russos é também descrita como sendo maior do que a da Otan.

Alguns veículos russos destacaram ainda que parte da eficácia se deve ao trabalho de inteligência conjunto entre Rússia e Síria. “Para se coordenar militarmente, Moscou usa informações obtidas pelas forças de inteligência aérea sírias e dados coletados por serviços secretos russos sobre alvos estrategicamente importantes”, lê-se no Vzgliad em referência ao documento da Otan.

A revista alemã “Focus”, que publicou o relatório secreto em primeira mão, não cita os supostos bombardeios a locais com civis, incluindo hospitais, pelas forças aeroespaciais russas. Ainda não se sabe se o documento apresenta tais informações.

Reforço da paz

Na semana passada, a Rússia transferiu sistemas militares adicionais à Síria para monitorar o regime de cessar-fogo.

“Nos últimos três dias, o Ministério da Defesa russo (...) alocou três complexos de veículos aéreos não tripulados (UAV) e duas estações de radar na base aérea de Hmeymim (...) para detectar o uso de artilharia por grupos terroristas”, declarou o Ministério da Defesa russo, citado pela agência TASS.

Além dos UAVs e de um sistema de satélites, o contingente militar russo na Síria recebe inteligência adicional da força aérea de Assad.

Washington também demonstrou intenção de reforçar o seu contingente no país. Os EUA substituíram as aeronaves B-1 Lancers, em operação contra alvos no Iraque e na Síria, por um número não revelado de bombardeiros B-52, que têm maior alcance e podem sobrevoar o campo de batalha por até 10 horas.


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