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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Soldado do Exército é preso suspeito de furtar 2 fuzis de batalhão em RO

Armas foram recuperadas durante abordagem da PM, próximo ao 6º BIS. 

Outras duas pessoas foram presas suspeitas de envolvimento no caso.


Júnior Freitas | G1 RO

Um soldado do Exército, de 22 anos, foi preso em flagrante nesta quinta-feira (31) com dois fuzis calibre 762 que foram furtados de dentro do 6º Batalhão de Infantaria de Selva (6º BIS), em Guajará-Mirim (RO), a 330 quilômetros de Porto Velho. O armamento tem capacidade para alcançar mais de dois quilômetros de distância, quando disparado. Segundo a Polícia Militar (PM), além do suspeito, outras duas pessoas foram presas pelo furto do armamento, sendo um ex-militar do Exército, também de 22 anos e uma jovem de 20.


6º Batalhão de Infantaria de Selva (6º BIS)

Conforme a PM, uma guarnição fazia o patrulhamento de rotina no cruzamento das Avenidas Mascarenhas de Morais e Quintino Bocaiúva, no Bairro Caetano, no momento que viu o soldado carregando duas mochilas em uma bicicleta.

Os policiais deram ordem de parada e o soldado do Exército se desfez de uma das mochilas, jogando-a em matagal próximo da via. Ao verificarem o que tinha dentro da mochila, os militares encontraram dois fuzis 762 não municiados e um uniforme camuflado preto, de uso restrito do Exército Brasileiro.

Ao ser questionado sobre a origem do armamento, o jovem soldado alegou ter recebido a ligação de uma mulher lhe dizendo que um ex-soldado pediu para ele ir até o batalhão e recolher as armas em um esconderijo.

O soldado recebeu voz de prisão e foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil, juntamente com os objetos apreendidos. A mulher que fez a ligação foi detida em sua residência por outra guarnição da PM, no Bairro Nossa Senhora de Fátima.

O terceiro suspeito que teria informado o local onde as armas furtadas estavam escondidas, já estava na Delegacia de Polícia Civil, pois foi detido por agentes do Serviço de Investigação e Captura (Sevic) para averiguação de um suposto furto de moto.

Em entrevista ao G1, o tenente coronel Halley Dantas, disse que tomou conhecimento do caso através da seção de inteligência e que as armas estavam em posse de dois soldados do efetivo variável de recrutas. Outros militares podem estar envolvidos e estão sendo investigados. Os dois fuzis furtados têm capacidade para alcançar 2,5 quilômetros, quando disparado.

"A inteligência informou que a PM havia detido um suspeito portando dois fuzis nossos. Imediatamente foram feitas todas as medidas de conferência de armamento e foi verificado que nosso armamento está sem alteração. Esses dois fuzis furtados são de uso controlado e estavam com soldados da nossa Operação Boina, no campo básico ao lado do Batalhão. O soldado será levado para a Polícia Federal (PF)", declarou o comandante do 6º BIS.

Halley ressaltou ainda que novas medidas de segurança serão tomadas para evitar outras situações de furtos dentro do Batalhão. "As situações de extravio, tentativa de extravio e descontrole de armamentos são repudiadas pelo comando e pelo Exército Brasileiro. As medidas de segurança já vêm sendo tomadas, como por exemplo, os muros que estamos levantando, novas reservas de armamento e também estamos reinstalando o circuito fechado de televisão", concluiu.

Após prestarem depoimento na Delegacia de Polícia Civil, os dois homens e a mulher foram conduzidos para a Polícia Federal (PF). Até o fechamento desta reportagem, os três ainda não haviam sido ouvidos pelo delegado Heliel Martins, da PF.


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