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Putin passa para Trump a responsabilidade de resolver conflito na Síria

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, passou a bola para que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seja o responsável por resolver o conflito na Síria.
EFE

Helsinque - Em entrevista coletiva conjunta realizada nesta segunda-feira, em Helsinque, após a primeira cúpula entre os dois líderes, Putin também deu para Trump uma bola oficial da Copa do Mundo.

"No que se refere ao fato de a bola da Síria estar no nosso telhado, senhor presidente, o senhor acaba de dizer que organizamos com sucesso o Mundial de Futebol. Portanto, quero agora entregar esta bola. Agora, a bola está do seu lado", disse Putin.

O presidente russo fazia uma referência a uma frase do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, que havia afirmado que a bola para resolver o conflito na Síria estava no telhado do Kremlin.

Trump agradeceu pelo presente e disse estar confiante de que EUA, México e Canadá organizarão em 2026 uma Copa do Mundo tão bem-sucedida como a da Rússia.

Na sequência, o presidente americ…

Novos mísseis russos serão ‘invulneráveis’ para a OTAN

A Rússia está atualmente finalizando o desenvolvimento de mísseis de uma nova geração que são invulneráveis às forças da OTAN, que podem ser colocados nos territórios do norte da Rússia se a Suécia aderir à OTAN, disse o vice-presidente do Comitê de Armas do Senado russo, Evgeny Serebrennikov, na sexta-feira (29).


Sputnik

Mais cedo, o ministro do Exterior da Rússia, Sergei Lavrov, disse que a Rússia iria responder com medidas técnico-militares nas suas fronteiras do norte se a Suécia optar por aderir à OTAN. 

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"Atualmente, está sendo finalizado o desenvolvimento de uma nova geração moderna de mísseis que não foram anunciados. Eles serão invulneráveis para as armas da OTAN, incluindo os sistemas de defesa aérea", disse Evgeny Serebrennikov à RIA Novosti.

O senador precisou que se trata também de um aumento do número de armamentos nas fronteiras do norte e noroeste, incluindo o fortalecimento da Frota do Norte.

Nos últimos anos, a pressão sobre a Suécia e a Finlândia para abandonar a neutralidade e virar para a OTAN tem crescido, embora os países tenham tradicionalmente permanecido não alinhados.

Desde 2014, a OTAN tem reforçado a sua presença militar na Europa, particularmente nos países da Europa de Leste que fazem fronteira com a Rússia, usando a alegada interferência de Moscou na Ucrânia como um pretexto para as ações.



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