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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

Novos mísseis russos serão ‘invulneráveis’ para a OTAN

A Rússia está atualmente finalizando o desenvolvimento de mísseis de uma nova geração que são invulneráveis às forças da OTAN, que podem ser colocados nos territórios do norte da Rússia se a Suécia aderir à OTAN, disse o vice-presidente do Comitê de Armas do Senado russo, Evgeny Serebrennikov, na sexta-feira (29).


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Mais cedo, o ministro do Exterior da Rússia, Sergei Lavrov, disse que a Rússia iria responder com medidas técnico-militares nas suas fronteiras do norte se a Suécia optar por aderir à OTAN. 

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"Atualmente, está sendo finalizado o desenvolvimento de uma nova geração moderna de mísseis que não foram anunciados. Eles serão invulneráveis para as armas da OTAN, incluindo os sistemas de defesa aérea", disse Evgeny Serebrennikov à RIA Novosti.

O senador precisou que se trata também de um aumento do número de armamentos nas fronteiras do norte e noroeste, incluindo o fortalecimento da Frota do Norte.

Nos últimos anos, a pressão sobre a Suécia e a Finlândia para abandonar a neutralidade e virar para a OTAN tem crescido, embora os países tenham tradicionalmente permanecido não alinhados.

Desde 2014, a OTAN tem reforçado a sua presença militar na Europa, particularmente nos países da Europa de Leste que fazem fronteira com a Rússia, usando a alegada interferência de Moscou na Ucrânia como um pretexto para as ações.



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