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No decorrer da operação Ramo de Oliveira será criada zona de segurança na Síria

O primeiro-ministro turco Binali Yildirim anunciou a criação, durante a operação militar turca na província síria de Afrin, de uma faixa de segurança de 30 quilômetros.
Sputnik

O premiê, citado pela emissora Haberturk, adiantou também que a operação seria efetuada em quatro etapas.


"A operação vai decorrer em 4 etapas com o objetivo de criar uma faixa de segurança de 30 quilômetros, que será limpa de terroristas", disse o político, citado pela emissora NTV.

Yildirim adiantou que até agora não há mortos ou feridos entre o contingente turco que realiza a operação.

Mais cedo, o Estado-Maior da Turquia anunciou o início da operação "Ramo de Oliveira" contra os grupos curdos na província síria de Afrin, que começou precisamente às 14h00 locais (12h00 no horário de Brasília). De acordo com a entidade militar, a operação conta com a participação de 72 aviões, enquanto 108 dos 113 alvos planejados já foram eliminados. Há poucos dias, o premiê turco, Binali Yildirim, havia avanç…

Novos mísseis russos serão ‘invulneráveis’ para a OTAN

A Rússia está atualmente finalizando o desenvolvimento de mísseis de uma nova geração que são invulneráveis às forças da OTAN, que podem ser colocados nos territórios do norte da Rússia se a Suécia aderir à OTAN, disse o vice-presidente do Comitê de Armas do Senado russo, Evgeny Serebrennikov, na sexta-feira (29).


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Mais cedo, o ministro do Exterior da Rússia, Sergei Lavrov, disse que a Rússia iria responder com medidas técnico-militares nas suas fronteiras do norte se a Suécia optar por aderir à OTAN. 

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"Atualmente, está sendo finalizado o desenvolvimento de uma nova geração moderna de mísseis que não foram anunciados. Eles serão invulneráveis para as armas da OTAN, incluindo os sistemas de defesa aérea", disse Evgeny Serebrennikov à RIA Novosti.

O senador precisou que se trata também de um aumento do número de armamentos nas fronteiras do norte e noroeste, incluindo o fortalecimento da Frota do Norte.

Nos últimos anos, a pressão sobre a Suécia e a Finlândia para abandonar a neutralidade e virar para a OTAN tem crescido, embora os países tenham tradicionalmente permanecido não alinhados.

Desde 2014, a OTAN tem reforçado a sua presença militar na Europa, particularmente nos países da Europa de Leste que fazem fronteira com a Rússia, usando a alegada interferência de Moscou na Ucrânia como um pretexto para as ações.



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