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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

Número de mortos em ataques em Aleppo já se aproxima de 250

Pelo menos 30 ataques atingiram Aleppo, no norte da Síria, neste sábado.
Província de Latakia e subúrbio da capital Damasco tem relativa calma.


Do G1, em São Paulo 


Quase 30 ataques aéreos atingiram neste sábado (30) regiões rebeldes na cidade de Aleppo, no norte da Síria. O número de mortes desde a intensificação dos bombardeios há nove dias já chega a quase 250, segundo informações divulgadas pelo Observatório Síria para os Direitos Humanos (OSDH).


Fumaça pode ser vista à distância após ataque na região de Aleppo, no norte da Síria, na sexta-feira (29) (Foto: Abdalrhman Ismail/ Reuters)
Fumaça pode ser vista à distância após ataque na região de Aleppo, no norte da Síria, na sexta-feira (29) (Foto: Abdalrhman Ismail/ Reuters)

Contudo, um "regime de calma" temporário anunciado pelo exército sírio na sexta-feira aparentemente controlou duas outras áreas atingidas por conflitos recentemente, na província de Latakia e nos subúrbios da capital Damasco.

O governo sírio disse que o "regime de calmaria" é a tentativa de salvar um acordo de cessar-fogo alcançado em fevereiro.


Pelo menos cinco pessoas morreram em Aleppo neste sábado, por causa dos bombardeios. Os ataques aparentemente foram realizados por aviões do governo sírio, segundo o observatório.

O grupo de monitoramento, com sede na Grã-Bretanha, estimou o número de mortos do governo e dos rebeldes nos arredores de Aleppo em 250, desde 22 de abril.

Ataques a hospitais

 
Na sexta-feira (29), bombardeios atingiram uma clínica e uma mesquita na cidade. O ataque rebelde contra a mesquita, que fica na área controlada pelas forças governamentais, deixou pelo menos 15 mortos, de acordo com a Associated Press.

Já bombardeio contra a clínica, que fica em uma área rebelde, provocou graves danos no edifício e deixou vários feridos.

Na noite de quarta-feira (27, o hospital de Al Quds, apoiado pela ONG Médicos Sem Fronteiras (MSF), foi bombardeado e 50 pessoas morreram. Entre os mortos estão crianças e o último médico pediatra que ainda atuava na região, o doutor Wasem Maaz.


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