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Putin passa para Trump a responsabilidade de resolver conflito na Síria

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, passou a bola para que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seja o responsável por resolver o conflito na Síria.
EFE

Helsinque - Em entrevista coletiva conjunta realizada nesta segunda-feira, em Helsinque, após a primeira cúpula entre os dois líderes, Putin também deu para Trump uma bola oficial da Copa do Mundo.

"No que se refere ao fato de a bola da Síria estar no nosso telhado, senhor presidente, o senhor acaba de dizer que organizamos com sucesso o Mundial de Futebol. Portanto, quero agora entregar esta bola. Agora, a bola está do seu lado", disse Putin.

O presidente russo fazia uma referência a uma frase do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, que havia afirmado que a bola para resolver o conflito na Síria estava no telhado do Kremlin.

Trump agradeceu pelo presente e disse estar confiante de que EUA, México e Canadá organizarão em 2026 uma Copa do Mundo tão bem-sucedida como a da Rússia.

Na sequência, o presidente americ…

Pentágono diz que bombardeio de hospital afegão não é crime de guerra

No ataque ao centro médico de Kunduz, 40 pessoas morreram.
Governo americano diz que foi um erro e que deve ser punido.


France Presse


O bombardeio contra um hospital da ONG Médicos Sem Fronteiras na cidade afegã de Kunduz no ano passado aconteceu devido a uma série de erros e deve ser punido, mas não pode ser considerado um crime de guerra, afirmou o Pentágono. 


Pessoas são vistas em hospital dos Médicos Sem Fronteiras em Kunduz, no Afeganistão, logo após bombardeio atingir o local neste sábado  (Foto: Divulgação/Médicos Sem Fronteiras )
Pessoas são vistas em hospital dos Médicos Sem Fronteiras em Kunduz, no Afeganistão, logo após bombardeio atingir o local neste sábado (Foto: Divulgação/Médicos Sem Fronteiras )

Em uma coletiva de imprensa, o general Joseph Votel, do Comando Central das Forças Armadas americanas, explicou que no ataque lançado em 3 de outubro de 2015 a tripulação do avião AC-130 não dispunha de uma lista de sítios protegidos na região de Kunduz.

A aeronave equivocadamente dirigiu seu ataque contra o centro médico onde eram atendidos pacientes com traumas, o que provocou 40 mortes entre pacientes, familiares e pessoal sanitário.

Até agora, os Estados Unidos anunciaram sanções contra vários militares pelos erros que levaram ao bombardeio de uma instalação médica.


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