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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Pentágono gastou U$ 86 milhões em avião que nunca saiu do chão

O mais recente momento vergonhoso do Departamento de Defesa americano envolve o avião ATR 42-500 e um programa de sete anos que já custou mais do que o quádruplo do previsto.


Sputnik 


O programa Global Discovery, lançado em 2008, deveria ter sido concluído em 2012, com um gasto total de US$ 22 milhões. As estimativas mais recentes apontam que o projeto já recebeu US$ 86 milhões, enquanto a aeronave continua inoperante e nunca voou no Afeganistão, onde deveria realizar missões de vigilância no combate ao tráfico de drogas. 


ATR 500

“Acreditamos que os mais de US$ 86 milhões gastos na compra e na modernização das aeronaves ATR 500 do DEA (Administração no Combate às Drogas, na sigla em inglês) com capacidades avançadas de vigilância para apoiar as missões de combate às drogas no Afeganistão foram uma utilização ineficaz e que desperdiçou recursos do governo”, concluiu o Escritório do Inspetor Geral (OIG) do Departamento de Justiça (DOJ) em sua auditoria do programa Global Discovery.

O OIG também acredita que o DEA “não atendeu inteiramente” aos regulamentos de aquisição quando escolheu o avião. Além disso, o DEA transferiu a aeronave a empresas contratadas pelo Pentágono sem um acordo escrito que especificasse os detalhes e o cronograma do processo de modernização.

O OIG concluiu ainda que o Departamento de Defesa contemplou encerrar o programa no fim de 2014. O órgão gastou quase US$ 66 milhões nas modificações do ATR-500, mas precisou de outros US$ 6 milhões para “reparar danos observados durante tentativas de modernizar a aeronave.” Na época, um ATR-500 novo poderia ter sido comprado por US$ 6 milhões.

Em março de 2016, os esforços do Pentágono para modificar o avião ainda estavam em andamento. O ATR- 42-500 deve estar operante em junho deste ano. Ainda assim, é justo imaginar, levando em conta que a agência descumpriu todos os prazos anteriores, se o avião será mesmo entregue.

Mesmo que as atualizações sejam feitas, o avião provavelmente nunca será utilizado no Afeganistão, já que o DEA encerrou suas operações no país.


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