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Força Aérea israelense anuncia estreia global do caça F-35 em combate

Israel foi o primeiro país ao qual os Estados Unidos autorizaram a venda do caça invisível
Juan Carlos Sanz | El País
Jerusalém - A Força Aérea de Israel revelou nesta terça-feira que foi a primeira a utilizar em combate o F-35, o ultramoderno caça furtivo indetectável para os radares inimigos. O chefe da aeronáutica israelense, general Amikam Nirkin, fez o comunicado aos comandantes das forças aéreas de vários países reunidos ao norte de Tel Aviv.

O general Nirkin mostrou a seus colegas – procedentes dos EUA, Itália, França, Índia e Brasil, entre outros países – a imagem de vários F-35 sobre Beirute, enquanto confirmava que esses aviões tinham participado de ataques em duas frentes.

“O esquadrão do F-35 está em operação e já sobrevoa todo o Oriente Médio”, afirmou o chefe da força aérea.

Nirkin reiterou que, há duas semanas, a Guarda Revolucionária iraniana disparou 32 foguetes contra as Colinas de Golã, planalto sírio ocupado por Israel desde 1967 e que, em resposta à agressão, a aviação…

Portugal mantém interesse na compra de aviões KC-390 da Embraer

Azeredo Lopes apontou o projeto da construtora aeronáutica brasileira Embraer em Évora como ‘um caso muito feliz’ 


Correio da Manhã

O ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes, afirmou esta sexta-feira que o Estado mantém o interesse na compra de aviões KC-390 da Embraer para substituírem os atuais C-130 da Força Aérea, que têm uma vida útil até 10 anos.


O ministro da Defesa Azeredo Lopes com o presidente da Embraer Portugal Paulo Marchioto | Foto Nuno Veiga/Lusa

“O Estado português mantém o interesse na compra dos aviões”, porque “aqueles que dispõe têm uma vida útil que começa a aproximar-se do fim, por muitas modernizações que possamos fazer”, declarou o governante. 

Admitindo que “é uma decisão que vai ter de ser tomada mais tarde ou mais cedo”, Azeredo Lopes realçou que os C-130 “já têm algumas dezenas de anos” e que estão atualmente “num processo de modernização para poderem cumprir os ‘standards’ NATO”.

“Calcula-se que [os aviões Hércules C-130 da Força Aérea], com a modernização, independentemente do abate que vai ter que ser feito de um ou de outro, possam ser utilizáveis até um máximo de 10 anos”, referiu. 


O ministro da Defesa Nacional falava à agência Lusa no final de uma visita às duas fábricas de Évora da construtora aeronáutica brasileira Embraer, nas quais são produzidas peças para o avião KC-390. 

Questionado pela Lusa sobre se o possível negócio foi abordado na visita de hoje, o governante frisou que “a Embraer teve a grande delicadeza de não perguntar se o Estado português ia comprar o KC-390” e que ele próprio teve “a grande delicadeza de não tocar diretamente no assunto”.

“Estamos a falar de compromissos que têm de ter um faseamento de bastantes anos”, frisou, defendendo que se devem “tomar decisões que não sejam instantâneas”. 


Azeredo Lopes apontou o projeto da construtora aeronáutica brasileira Embraer em Évora como “um caso muito feliz”, porque “não dependeu de partidos nem deste ou daquele governo”, considerando que representou “um consenso nacional muito importante”. 

Portugal está envolvido no projeto do KC-390, através do Centro de Excelência para a Inovação e Indústria (desenvolvimento e testes) e das unidades da Embraer no país: as OGMA, em Alverca, e as fábricas de Évora (construção de componentes). 

Tal como outros 30 países, Portugal assinou uma carta de intenção de compra do KC-390, de até seis aeronaves. 

O KC-390, segundo a Embraer, é um avião que poderá ser usado para o transporte e lançamento de cargas e tropas, reabastecimento aéreo, busca e resgate e combate a incêndios florestais.

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