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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Novas capacidades na versão 20 do caça Gripen atualizado

Poder Aéreo

Até o final desta primavera de 2016, todos os caças Gripen C/D suecos serão atualizados para o Gripen versão 20 (MS20). A nova versão traz grandes mudanças, tanto em hardware quanto em software. A maior mudança é o míssil Meteor que vai dar ao Gripen capacidade ar-ar de longo alcance significativamente aumentada e a capacidade de combate para alterar o equilíbrio de superioridade aérea. 


FONTE: Swedish Defence Matériel Agency, FMV

O míssil Meteor interage com sensores da aeronave e sistemas de apoio para a detectar e derrotar aeronaves do inimigo. A propulsão do míssil é constituída por um motor ramjet.

“O motor ramjet proporciona um aumento significativo no alcance. Isso torna mais difícil para um inimigo se proteger do Meteor em comparação com mísseis propulsados com foguetes convencionais [motores]”, diz Michael Östergren, gerente de projeto para o upgrade da versão 20 no FMV.

Desenvolvido em colaboração

O Meteor foi desenvolvido em cooperação com a Suécia, Itália, Espanha, Alemanha, França e Grã-Bretanha. Como a Suécia e a Saab poderiam oferecer a integração de acordo com um calendário muito exigente, o JAS 39 Gripen serviu como plataforma de teste primário durante o período de desenvolvimento.

“Ao longo do projeto Meteor nós trabalhamos de perto com a Saab e o FMV Test and Evaluation. A Saab realizou disparos de teste e T&E, nos forneceu apoio de gerenciamento de projeto, gerenciamento de testes e pilotos”, diz Michael Östergren.

No início do projeto, o FMV Test and Evaluation contribuiu avaliando necessidades de testes e análise dos resultados, que eles continuaram a fazer ao longo do projeto. No final, eles validaram o resultado final. Muitos dos disparos foram feitos na área de teste de FMV Vidsel, no norte da Suécia.

Uma série de novas capacidades


A versão 20 inclui não só o míssil Meteor. Ela também integra a bomba de pequeno diâmetro (Small Diameter Bomb, SDB).

“As SDB são armas de precisão para alvos terrestres que são lançadas da aeronave a uma grande distância “stand-off”. A SDB é carregada com os dados dos alvos antes do lançamento e, em seguida, orienta-se para o alvo “, diz Michael Östergren.

A proteção CBRN também é reforçada na versão 20. A nova proteção contra CBRN, ameaças químicas, biológicas, radiológicas e nucleares, protege o piloto em ambientes contaminados durante a missão e também torna possível para o pessoal de terra descontaminar eficazmente a aeronave, depois do pouso.

Outra inovação é o sistema anticolisão contra o solo. O sistema automaticamente impede a aeronave de se chocar com o solo, se ela entrar em uma situação descontrolada.

Grandes esforços foram feitos também para tornar a rotina diária de manutenção técnica mais suave na forma de melhorias nos procedimentos de teste do motor.

FATOS da Versão 20 

  • Míssil ar-ar de longo alcance Meteor: Interage com sensores da aeronave e sistemas de apoio para a detectar e derrotare aeronaves do inimigo. Ele é propulsado por um motor à reação “ramjet” que lhe dá significativamente maior alcance e torna-o muito mais difícil de evitar em comparação com um míssil propulsado por foguete convencional.
  • Bombas SDB: uma arma de precisão usada para alvos terrestres, lançada a partir da aeronave a uma grande distância. A SDB é carregada com dados da aeronave e, em seguida, orienta-se para o alvo.
  • Proteção CBRN: a nova proteção contra CBRN, ameaças químicas, biológicas, radiológicas e nucleares, protege tanto o piloto em ambientes contaminados durante a missão quanto permite à equipe de terra descontaminar eficazmente a aeronave.
  • GCAS, Ground Collision Avoidance System: o sistema automaticamente impede a aeronave de se chocar com o solo se ela entrar em uma situação descontrolada.

 
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