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Força Aérea israelense anuncia estreia global do caça F-35 em combate

Israel foi o primeiro país ao qual os Estados Unidos autorizaram a venda do caça invisível
Juan Carlos Sanz | El País
Jerusalém - A Força Aérea de Israel revelou nesta terça-feira que foi a primeira a utilizar em combate o F-35, o ultramoderno caça furtivo indetectável para os radares inimigos. O chefe da aeronáutica israelense, general Amikam Nirkin, fez o comunicado aos comandantes das forças aéreas de vários países reunidos ao norte de Tel Aviv.

O general Nirkin mostrou a seus colegas – procedentes dos EUA, Itália, França, Índia e Brasil, entre outros países – a imagem de vários F-35 sobre Beirute, enquanto confirmava que esses aviões tinham participado de ataques em duas frentes.

“O esquadrão do F-35 está em operação e já sobrevoa todo o Oriente Médio”, afirmou o chefe da força aérea.

Nirkin reiterou que, há duas semanas, a Guarda Revolucionária iraniana disparou 32 foguetes contra as Colinas de Golã, planalto sírio ocupado por Israel desde 1967 e que, em resposta à agressão, a aviação…

Obama anuncia fim do embargo de venda de armas ao Vietnã

Medida acaba com um dos últimos vestígios da guerra entre os dois países.
Hanói teme avanço da China, mas EUA negam que essa seja a razão.


France Presse


O presidente Barack Obama anunciou nesta segunda-feira (23) em Hanói o fim do embargo da venda de armas americanas ao Vietnã, um dos últimos vestígios da guerra entre os dois países, encerrada em 1975. 


Barack Obama e o presidente do Vietnã Tran Dai Quang dão entrevista em Hanói em 23 de maio de 2015 (Foto:  Luong Thai Linh /AFP)
Barack Obama e o presidente do Vietnã Tran Dai Quang dão entrevista em Hanói em 23 de maio de 2015 (Foto: Luong Thai Linh /AFP)

"Os Estados Unidos encerram a proibição da venda de equipamentos militares ao Vietnã, em vigor há quase 50 anos", afirmou Obama em uma entrevista coletiva ao lado do presidente vietnamita Tran Dai Quang.

Os dois países observam com preocupação o aumento das capacidades militares da China no Mar da China Meridional, onde o gigante asiático mantém disputas territoriais com vários países.

Mas Obama destacou que esta não foi a motivação para o fim do embargo contra o Vietnã, que também é governado pelo Partido Comunista, mas que tem grande receio do crescente poderio de Pequim.

"A decisão de acabar com o embargo não está baseada na China (...) e sim no desejo de completar o que tem sido um longo processo de normalização com o Vietnã", disse. "Na atual fase, desenvolvemos um nível de confiança e cooperação que inclui nossos militares", completou.

Na mesma entrevista, Obama foi questionado sobre o Acordo Transpacífico de Cooperação Econômica (TPP) e reiterou a confiança de que o mesmo será ratificado nos Estados Unidos, apesar de provocar uma forte oposição política.

"Continuo confiante de que vamos fazer isto e a razão pela qual permaneço confiante é que é o correto", disse Obama.

Os 12 países signatários do acordo são Austrália, Brunei, Canadá, Chile, Japão, Malásia, México, Nova Zelândia, Peru, Cingapura, Estados Unidos e Vietnã. Representam 40% da economia mundial.



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