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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Tropas da OTAN na Europa são ‘novo passo’ para agravar segurança regional

O plano da OTAN de desdobrar quatro batalhões na Europa Oriental é um novo passo à deterioração do nível da segurança na Europa e à deterioração da segurança regional, declarou o enviado russo para a OTAN, Aleksandr Grushko, na terça-feira.


Sputnik


No mês passado, The Wall Street Journal escreveu que a Alemanha, o Reino Unido e os EUA estavam preparando o desdobramento de 4.000 soldados nos países Bálticos, a fim de neutralizar a alegada ameaça da Rússia. 


Soldados da OTAN na  cerimônia de abertura dos exercícios militares na Lituânia em 8 de junho, 2015
Soldados da OTAN na Lituânia © AP Photo/ Mindaugas Kulbis

“É um novo passo com vista à deterioração do nível da segurança na Europa e à deterioração da segurança regional”, disse Grushko em uma videoconferência Moscou-Bruxelas respondendo ao pedido de comentar o desdobramento potencial dos batalhões da OTAN.

A aliança tem aumentado a sua presença militar na Europa desde 2014, usando a alegada interferência da Rússia no conflito ucraniano como pretexto.

A Rússia avisou repetidamente a OTAN que tais ações provocativas podem danificar a estabilidade regional e global.


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