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China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

Tropas da OTAN na Europa são ‘novo passo’ para agravar segurança regional

O plano da OTAN de desdobrar quatro batalhões na Europa Oriental é um novo passo à deterioração do nível da segurança na Europa e à deterioração da segurança regional, declarou o enviado russo para a OTAN, Aleksandr Grushko, na terça-feira.


Sputnik


No mês passado, The Wall Street Journal escreveu que a Alemanha, o Reino Unido e os EUA estavam preparando o desdobramento de 4.000 soldados nos países Bálticos, a fim de neutralizar a alegada ameaça da Rússia. 


Soldados da OTAN na  cerimônia de abertura dos exercícios militares na Lituânia em 8 de junho, 2015
Soldados da OTAN na Lituânia © AP Photo/ Mindaugas Kulbis

“É um novo passo com vista à deterioração do nível da segurança na Europa e à deterioração da segurança regional”, disse Grushko em uma videoconferência Moscou-Bruxelas respondendo ao pedido de comentar o desdobramento potencial dos batalhões da OTAN.

A aliança tem aumentado a sua presença militar na Europa desde 2014, usando a alegada interferência da Rússia no conflito ucraniano como pretexto.

A Rússia avisou repetidamente a OTAN que tais ações provocativas podem danificar a estabilidade regional e global.


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