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Militares norte-americanos acreditam que EUA entrarão em guerra

Quase metade do Exército dos EUA está confiante de que durante o ano de 2019 seu país estará envolvido em um grave conflito armado, de acordo com o Military Times.
Sputnik

Segundo uma pesquisa recente, 46% dos participantes não duvidam que o confronto militar ocorrerá no próximo ano.


A título de comparação, em 2017, apenas 5% dos militares dos EUA esperavam um conflito armado, enquanto 50% descartaram um cenário de guerra e 4% não responderam.

Quanto aos inimigos mais prováveis, os soldados dos EUA mencionaram principalmente a Rússia e a China. Respectivamente, 72% e 69% dos entrevistados escolheram esses dois países.

Além disso, cerca de 57% estão preocupados com a presença de extremistas islâmicos nos Estados Unidos. Em particular, 48% destacaram uma possível ameaça por parte dos grupos terroristas Daesh e Al Qaeda (proibidos na Rússia e em outros países).

EUA enviam à fronteira russa aviões que bombardearam Iugoslávia

Vários sites britânicos de aviação acabam de informar que dois bombardeiros da Força Aérea americana B-52 que participarão de treinamentos da OTAN na região báltica tinham estado envolvidos na operação contra a Iugoslávia em 1999.


Sputnik

De acordo com a mídia, os aviões, com números de bordo 60-0037 e 60-0044, foram enviados, na altura dos acontecimentos tristes de 1999, à base aérea de Fervord no Reino Unido. Dali, eles realizaram voos contra alvos na Sérvia e Montenegro.


Bombardeiro estratégico americano B-52 Stratofortress
Boeing B-52 Stratofortress © flickr.com/ manhhai

Lembramos que, durante os cerca de três meses de bombardeios, de acordo com vários dados, morreram até 4.000 pessoas, entre eles cerca de 90 crianças.
Cabe mencionar também que nesta quinta-feira (2) os EUA enviaram à Europa dois bombardeiros estratégicos subsônicos B-52 de longo raio de ação para participar dos exercícios da Aliança Atlântica Baltops 2016 e Saber Strike 2016.

Ambos os exercícios serão realizados nos Bálcãs.

Inicialmente deveriam ser enviados três aviões à Europa, mas um B-52 não conseguiu atingir a Estônia por razão de uma avaria e foi obrigado a retornar à base nos EUA.



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