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EUA confirmam linha estratégica de 'desmembramento da Síria', diz analista

Os EUA declararam que não querem restaurar as regiões na Síria que estão sob o controle de Damasco. O especialista Vladimir Fitin explica na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik o que busca Washington.
Sputnik

Os EUA não querem ajudar na reconstrução das regiões na Síria que ficam sob o controle do presidente sírio Bashar Assad, declarou um alto funcionário dos EUA após o primeiro dia do encontro dos ministros das Relações Exteriores do G7.


Em janeiro, o Departamento de Estado dos EUA afirmou que Washington não iria ajudar a Rússia, o Irã e Damasco oficial na restauração do país, enquanto a "transformação política" da Síria não se realizasse. Segundo declarou o assistente adjunto do secretário de Estado dos EUA para o Médio Oriente, David Satterfield, a condição da ajuda é a reforma constitucional e eleições sob os auspícios da ONU.

O analista do Instituto dos Estudos Estratégicos da Rússia, Vladimir Fitin, na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik comentou a decla…

Confira os 5 problemas mais graves do exército dos EUA

Em um tempo em quando as ameaças contra os EUA estão crescendo, o exército dos EUA enfrenta uma crise de disponibilidade para combater que prejudica sua capacidade para defender o país.


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Segundo a opinião do presidente da Comissão de Serviços Armados da Câmara dos Representantes Mac Thornberry, esse tipo de falta de preparação ocorreu por causa de "cortes orçamentais associados a destacamentos [para o estrangeiro] a um ritmo e em número que não têm diminuído muito".


Exército dos EUA
© AP Photo/ Mindaugas Kulbis

O analista identificou cinco fatos alarmantes causados pela crise de disponibilidade, comunica o jornal The National Interest.

O primeiro problema é a falta de técnicos de manutenção de aeronaves e de treinamento de pilotos."Hoje, a Força Aérea necessita de 4 mil técnicos e de mais de 700 pilotos". Não é importante quantos aviões modernizados estão disponíveis se eles não poderem voar.

O segundo problema consiste em aumento do tempo de trabalho para as equipes de manutenção da Marinha dos EUA sem um aumento de financiamento. Isso leva ao aumento de atrasos no processo de prestação da assistência técnica aos aviões.

"Em 2015, a Marinha dos EUA tinha um registro de 11 aviões em depósito, no próximo ano ela vai ter 278 fora de serviço".

O terceiro problema é, segundo o analista, só um terço do pessoal do Exército estar pronto para participar em combates, o que é extremamente insuficiente.

"Menos de um terço do Exército está pronto para satisfazer os requisitos da Orientação de Defesa Estratégica e deviam ser no mínimo dois terços".

O quarto problema é a falta de prática essencial para os pilotos.

"A Aviação dos Marines exige uma média de 10 horas de tempo de voo por mês e na verdade eles têm aproximadamente quatro horas".

O quinto problema formulado pelo analista consiste em os EUA cortarem seus gastos militares, enquanto os adversários potenciais dos EUA estão modernizando seus exércitos.

"Menos de metade das forças de combate da Força Aérea estão prontas para enfrentar concorrentes como Rússia e China".

Estas são as cinco razões que fazem o exército dos EUA ser mais fraco. Esta tendência negativa pode ser revertida, mas só com a ajuda do Congresso. É tempo para o Congresso iniciar a modernização do exército através da lei da autorização da defesa. Isto é um desafio que os EUA não podem mais ignorar. 


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