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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

McCain diz que exército dos EUA vive lamentável descompasso com a modernização

O Exército dos EUA está significativamente atrasado na modernização de seus equipamentos militares, ainda que precise de novas capacidades para responder às crescentes ameaças, acredita o senador norte-americano John McCain.


Sputnik

Ao participar de uma audiência do Comitê de Serviços Armados do Senado dos EUA para avaliar a nomeação do próximo secretário do Exército dos EUA, McCain destacou que o Exército do país foi “essencialmente organizado e equipado como o era nos anos 1980”. 


Senador John McCain

“Enquanto isso, o Exército está lamentavelmente atrasado com a modernização. O Exército precisa ser modernizado para as duras realidades da guerra do século 21” – declarou o senador.

Ele observou que as principais forças do Exército norte-americano, incluindo artilharia, tropas blindadas e engenheiros, foram reduzidas para níveis que estão a comprometer a sua "capacidade de promover campanhas militares de qualidade”.

Em novembro de 2015 o presidente dos EUA Barack Obama assinou o orçamento de defesa para 2016 aprovado pelo Congresso. O novo orçamento, de mais de 607 bilhões de dólares, manteve as principais características do orçamento anterior, que havia sido vetado por Obama. Em particular, o documento prorroga a proibição à prisão de suspeitos estrangeiros de terrorismo no presídio de Guantánamo, em Cuba.

Além disso, o orçamento prevê gastos com ajuda militar à Ucrânia no valor de 300 milhões de dólares, caso a mesma seja considerada necessária pela administração presidencial do país.


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