Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Ministro do Exterior polonês: OTAN começa a ver necessidade de integrar a Ucrânia

A questão da participação ucraniana na Aliança Atlântica está sendo discutida e a organização cada vez se convence mais da necessidade de integrar o país, informou o ministro do Exterior da Polônia, Witold Waszczykowski neste sábado (9).


Sputnik

A respectiva declaração foi feita em conversa com jornalistas no âmbito do último dia da cúpula da OTAN em Varsóvia (Polônia). 


Secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, e o presidente ucraniano Pyotr Poroshenko
Jens Stoltenberg, secretário da OTAN e Piotr Poroshenko, presidente da Ucrânia © Sputnik/ Stringer

"A questão da adesão ucraniana está em fase de negociação interna," disse Waszczykowski.

Cabe notar que a Ucrânia já por muito tempo quer aderir à Aliança Atlântica.

Em 2014 a Ucrânia passou a ser membro não-aliado da OTAN, abrindo assim a via para integrar plenamente a Aliança Atlântica, o que provocou críticas por parte da Rússia e de vários outros países.

Em setembro de 2015, o presidente ucraniano Pyotr Poroshenko assinou a nova doutrina militar do país, destacando a necessidade de tornar as Forças Armadas da Ucrânia compatíveis com as da aliança militar até 2020.

Em fevereiro de deste ano, Poroshenko assinou o plano de cooperação entre a Ucrânia e a OTAN para 2016, destacando as tarefas principais no âmbito da parceria ucraniana com a aliança militar, nas áreas de segurança internacional, contraterrorismo e segurança ambiental.

Mesmo assim, vários especialistas opinam que nos próximos 20 anos o país tem poucos chances de se tornar país-membro da OTAN.



Postar um comentário