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China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

Ministro do Exterior polonês: OTAN começa a ver necessidade de integrar a Ucrânia

A questão da participação ucraniana na Aliança Atlântica está sendo discutida e a organização cada vez se convence mais da necessidade de integrar o país, informou o ministro do Exterior da Polônia, Witold Waszczykowski neste sábado (9).


Sputnik

A respectiva declaração foi feita em conversa com jornalistas no âmbito do último dia da cúpula da OTAN em Varsóvia (Polônia). 


Secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, e o presidente ucraniano Pyotr Poroshenko
Jens Stoltenberg, secretário da OTAN e Piotr Poroshenko, presidente da Ucrânia © Sputnik/ Stringer

"A questão da adesão ucraniana está em fase de negociação interna," disse Waszczykowski.

Cabe notar que a Ucrânia já por muito tempo quer aderir à Aliança Atlântica.

Em 2014 a Ucrânia passou a ser membro não-aliado da OTAN, abrindo assim a via para integrar plenamente a Aliança Atlântica, o que provocou críticas por parte da Rússia e de vários outros países.

Em setembro de 2015, o presidente ucraniano Pyotr Poroshenko assinou a nova doutrina militar do país, destacando a necessidade de tornar as Forças Armadas da Ucrânia compatíveis com as da aliança militar até 2020.

Em fevereiro de deste ano, Poroshenko assinou o plano de cooperação entre a Ucrânia e a OTAN para 2016, destacando as tarefas principais no âmbito da parceria ucraniana com a aliança militar, nas áreas de segurança internacional, contraterrorismo e segurança ambiental.

Mesmo assim, vários especialistas opinam que nos próximos 20 anos o país tem poucos chances de se tornar país-membro da OTAN.



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