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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Navios de guerra iranianos assustam marinheiros americanos

Cinco navios da Guarda Revolucionária do Irã navegaram perigosamente perto de um navio de guerra dos EUA no Estreito de Hormuz, informa a agência Fox News, citando o general Joseph Votel, que se encontrava a bordo do navio dos Estados Unidos no momento do incidente. 


Sputnik

"O New Orleans, navio estadunidense, navegava nas águas internacionais do estreito. O incidente causou preocupação porque aquela manobra perigosa poderia ter sido fatal para o meu navio, que transportava cerca de 700 marinheiros", disse Votel.


Um artilheiro a bordo do navio americano New Orleans no Estreito de Hormuz
Um artilheiro a bordo do navio norte-americano New Orleans © REUTERS/ Phil Stewart

Os cinco navios iranianos incluíam quatro barcos de patrulha pequenos e um navio maior de ataque rápido, chamado de Houdong. Pelo menos um dos barcos de patrulha estava equipado com uma metralhadora de calibre 50. Eles se aproximaram a uma distância de apenas algumas centenas de metros do navio americano.

Ao mesmo tempo, os militares dos EUA reconheceram que o incidente não pode ser considerado como grave, porque que tais encontros são muito comuns. De acordo com o general, só em 2015 aconteceram pelo menos 300 situações semelhantes envolvendo navios iranianos.



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