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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
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O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Navios de guerra iranianos assustam marinheiros americanos

Cinco navios da Guarda Revolucionária do Irã navegaram perigosamente perto de um navio de guerra dos EUA no Estreito de Hormuz, informa a agência Fox News, citando o general Joseph Votel, que se encontrava a bordo do navio dos Estados Unidos no momento do incidente. 


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"O New Orleans, navio estadunidense, navegava nas águas internacionais do estreito. O incidente causou preocupação porque aquela manobra perigosa poderia ter sido fatal para o meu navio, que transportava cerca de 700 marinheiros", disse Votel.


Um artilheiro a bordo do navio americano New Orleans no Estreito de Hormuz
Um artilheiro a bordo do navio norte-americano New Orleans © REUTERS/ Phil Stewart

Os cinco navios iranianos incluíam quatro barcos de patrulha pequenos e um navio maior de ataque rápido, chamado de Houdong. Pelo menos um dos barcos de patrulha estava equipado com uma metralhadora de calibre 50. Eles se aproximaram a uma distância de apenas algumas centenas de metros do navio americano.

Ao mesmo tempo, os militares dos EUA reconheceram que o incidente não pode ser considerado como grave, porque que tais encontros são muito comuns. De acordo com o general, só em 2015 aconteceram pelo menos 300 situações semelhantes envolvendo navios iranianos.



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