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Turquia não considera Patriot como alternativa ao S-400, diz parlamentar turco

Washington está negociando com Ancara quanto à possibilidade de fornecimento dos sistemas de defesa antiaérea norte-americanos Patriot no lugar dos S-400 russos, escreveu a revista turca Sabah, citando a assessora do Secretário de Estado dos EUA em questões políticas, Tina Kaidanow.
Sputnik

Kaidanow relevou que o Departamento do Estado está negociando com a Turquia para "tentar dar a entender aos turcos o que se pode fazer em relação aos Patriot".

"Estamos preocupados que a compra dos sistemas russos de defesa antiaérea seja uma espécie de apoio para a Rússia que, pelo que vimos, não se comporta bem em várias partes do mundo, inclusive na Europa", afirmou a assessora, citada pela edição turca.

Um representante do Ministério das Relações Exteriores turco, que pediu anonimato, comentou à Sputnik Turquia sobre a situação quanto às compras dos S-400 por Ancara, bem como quanto ao diálogo com os EUA.
"A nossa postura em relação aos S-400 foi reiterada por diversas vezes…

Obama deixará 8,4 mil soldados no Afeganistão ao término do mandato

Inicialmente, expectativa era que 5,5 mil que permanecessem.

Obama destacou que 'situação do Afeganistão continua sendo precária'.


EFE

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou nesta quarta-feira (6) que a esperada redução de tropas no Afeganistão se desacelerará e, quando sair do poder em janeiro, 8,4 mil soldados americanos permanecerão mobilizados, mais que os 5,5 mil que, em princípio, ficariam em território afegão.


Obama deixará 8,4 mil soldados no Afeganistão ao término do mandato (Foto: Gary Cameron/Reuters)
Obama deixará 8,4 mil soldados no Afeganistão ao término do mandato (Foto: Gary Cameron/Reuters)

Em discurso na Casa Branca, Obama lembrou que "a situação do Afeganistão continua sendo precária" pela ameaça dos insurgentes talibãs, que ganharam terreno em algumas áreas.

Há nove meses, o líder americano anunciou que manteria o nível de aproximadamente 9,8 mil militares durante 2016, tanto em treinamentos quanto em missões antiterroristas, e adiaria para janeiro de 2017, quando deixar a Casa Branca, uma redução para 5,5 mil soldados.

No entanto o presidente afirmou nesta terça-feira que, após escutar as recomendações do general John Nicholson, chefe da missão internacional no Afeganistão, a cúpula do Pentágono, os membros da Otan e o governo de Cabul decidiram atrasar a retirada planejada anteriormente.

Obama lembrou que, em dezembro de 2014, foi colocado um "fim responsável" à missão de combate no Afeganistão, que se iniciou após os ataques terroristas de setembro de 2001 contra os EUA, e agora "o enfoque é treino, assessoria e contraterrorismo".

Ele afirmou ainda que, com o novo nível de tropas que manterá após sua saída do poder em janeiro, seu sucessor na Casa Branca terá "sólidos alicerces" para garantir a estabilidade e segurança no Afeganistão.

Obama lembrou que no último ano e meio, período no qual os talibãs tomaram lugares de grande importância e intensificaram seus ataques, 38 americanos morreram, por isso o país continua sendo "um lugar perigoso".

Os Estados Unidos e os integrantes da Otan deram finalizada a missão de combate no Afeganistão, a guerra mais longa da história americana, em dezembro de 2014, com um plano de retirada progressiva que seria concluído ao fim do mandato de Obama.

A Casa Branca voltou a modificar em alta as projeções de tropas no Afeganistão, enquanto os aliados da Otan se comprometeram a destinar recursos às missões de segurança no país até 2020.



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