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Especialistas: aumenta o risco de guerra entre os EUA, a Rússia e a China

O desenvolvimento de novos tipos de armas nucleares de "baixa potência" aumenta o risco de uma guerra entre os EUA, a Rússia e a China, segundo especialistas consultados por Newsweek.
Sputnik

O Pentágono está desenvolvendo dois novos tipos de armas nucleares, para acompanhar os progressos da Rússia e da China nesse terreno. Os especialistas tiveram acesso às minutas do projeto de doutrina nuclear norte-americana, que acusa Moscou e Pequim de ampliar as suas capacidades nucleares. 


Esse documento afirma a necessidade de "desenvolver e incorporar novos meios de contenção e de defesa dos objetivos, quando a contenção não funciona".

Entre outras medidas, o projeto revela a intenção de desenvolver ogivas nucleares de baixa potência para mísseis Trident, utilizados por submarinos da classe Ohio. Além disso, o departamento de Defesa dos EUA planeja desenvolver um míssil nuclear de baixa potência para suas bases marítimas.

O Pentágono considera o atual arsenal nuclear a disposi…

Obama deixará 8,4 mil soldados no Afeganistão ao término do mandato

Inicialmente, expectativa era que 5,5 mil que permanecessem.

Obama destacou que 'situação do Afeganistão continua sendo precária'.


EFE

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou nesta quarta-feira (6) que a esperada redução de tropas no Afeganistão se desacelerará e, quando sair do poder em janeiro, 8,4 mil soldados americanos permanecerão mobilizados, mais que os 5,5 mil que, em princípio, ficariam em território afegão.


Obama deixará 8,4 mil soldados no Afeganistão ao término do mandato (Foto: Gary Cameron/Reuters)
Obama deixará 8,4 mil soldados no Afeganistão ao término do mandato (Foto: Gary Cameron/Reuters)

Em discurso na Casa Branca, Obama lembrou que "a situação do Afeganistão continua sendo precária" pela ameaça dos insurgentes talibãs, que ganharam terreno em algumas áreas.

Há nove meses, o líder americano anunciou que manteria o nível de aproximadamente 9,8 mil militares durante 2016, tanto em treinamentos quanto em missões antiterroristas, e adiaria para janeiro de 2017, quando deixar a Casa Branca, uma redução para 5,5 mil soldados.

No entanto o presidente afirmou nesta terça-feira que, após escutar as recomendações do general John Nicholson, chefe da missão internacional no Afeganistão, a cúpula do Pentágono, os membros da Otan e o governo de Cabul decidiram atrasar a retirada planejada anteriormente.

Obama lembrou que, em dezembro de 2014, foi colocado um "fim responsável" à missão de combate no Afeganistão, que se iniciou após os ataques terroristas de setembro de 2001 contra os EUA, e agora "o enfoque é treino, assessoria e contraterrorismo".

Ele afirmou ainda que, com o novo nível de tropas que manterá após sua saída do poder em janeiro, seu sucessor na Casa Branca terá "sólidos alicerces" para garantir a estabilidade e segurança no Afeganistão.

Obama lembrou que no último ano e meio, período no qual os talibãs tomaram lugares de grande importância e intensificaram seus ataques, 38 americanos morreram, por isso o país continua sendo "um lugar perigoso".

Os Estados Unidos e os integrantes da Otan deram finalizada a missão de combate no Afeganistão, a guerra mais longa da história americana, em dezembro de 2014, com um plano de retirada progressiva que seria concluído ao fim do mandato de Obama.

A Casa Branca voltou a modificar em alta as projeções de tropas no Afeganistão, enquanto os aliados da Otan se comprometeram a destinar recursos às missões de segurança no país até 2020.



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