Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Artilharia do Pantanal testa a busca a alvos com drone Horus FT-100

Forças Terrestres

Nioaque (MS) – Durante os dias 18 e 19 de agosto, a Artilharia Divisionária da 5ª Divisão de Exército (AD/5) esteve no 9º Grupo de Artilharia de Campanha (9º GAC) a fim de realizar o acompanhamento da experimentação doutrinária da Bateria de Busca de Alvos e, também, verificar o estágio da preparação dos subsistemas para o adestramento anual. 


Artilharia Horus FT-100 - 3
 

A experimentação doutrinária da Bateria de Busca de Alvos, que ocorre desde 2014 e se encerrará em 2017, vem se baseando no teste das possibilidades oferecidas pelo Sistema de Aeronave Remotamente Pilotada (SARP) que usa o Horus FT-100. O Comandante da AD/5, General de Brigada Aléssio Oliveira da Silva, pôde assistir ao lançamento e acompanhar o sobrevoo da aeronave e a qualidade das imagens produzidas pelo Grupo de Trabalho do 9º GAC. Foi possível observar, também, as novas tecnologias aportadas ao quartel pelo SISFRON, particularmente, os modernos e fartos meios de comunicações, que podem vir a ter emprego dual, com fácil integração aos demais meios da organização militar.

Primeiro tiro na eficácia com grande rapidez

Em seguida, a AD/5 verificou o desdobramento no terreno da linha de fogo de uma bateria de obuses, bem como dos subsistemas de comunicações, direção de tiro e topografia. Foi possível, então, identificar o uso de novas tecnologias para os cálculos topográficos, fato bastante estimulado pelo Gen Aléssio, que destacou ao Comandante do Grupo a importância da incorporação desses recursos para a obtenção do primeiro tiro na eficácia, haja vista a demanda do combate moderno. 


Artilharia Horus FT-100 - 1
 

A AD/5 percebeu que a capacidade de transmissão de dados da organização militar está muito beneficiada pelos meios existentes e, mesmo sem a sistematização industrial já oferecida pelo mercado, pode-se treinar a abertura de fogo com tempos comparáveis aos do Exército dos Estados Unidos, bastando uma dedicação adicional ao esforço de transmissão de dados e do emprego do equipamento Atlas Gun Laying System (AGLS), previsto para chegar brevemente ao 9º GAC.

A AD/5 ofereceu ao 9º GAC a oportunidade de participação em suas atividades e operações de adestramento, especialmente a Operação Sisson, que visa, justamente, nivelar o conhecimento e o emprego das novas tecnologias; e na Operação Salomão da Rocha, um exercício de coordenação de fogos com a manobra das Brigadas. 


Artilharia Horus FT-100 - 4
 

As visitas da AD/5 às organizações militares do Pantanal serão mais comuns a partir de agora, devido ao estímulo e entendimento do Exército de que as Unidades de artilharia das Brigadas estejam vinculadas tecnicamente a uma Artilharia Divisionária, em benefício do adestramento e do foco na atividade-fim.

Postar um comentário