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China tira mais um 'trunfo' aos EUA criando catapultas eletromagnéticas para porta-aviões

A China desenvolveu sua própria catapulta eletromagnética para os porta-aviões, sendo que anteriormente os EUA eram o único país que usava esse tipo de equipamento. Fazendo isso, o país asiático tem como objetivo melhorar a capacidade de combate dos seus grupos aeronavais.
Sputnik

Engenheiros chineses testaram o protótipo da catapulta eletromagnética de fabricação nacional com aviões de combate J-15, afirmou o contra-almirante chinês Yin Zhuo à edição China Daily. O alto responsável militar especificou que os aviões efetuaram "milhares de decolagens" usando a catapulta.


As catapultas dos porta-aviões são utilizadas para dar um impulso extra à aeronave (o que não é necessário se a aeronave decola do chão), devido à pequena pista de aterrissagem dos porta-aviões. Anteriormente, esse impulso era produzido por vapor.

O dispositivo eletromagnético usa um cabo de aço que liga o avião à catapulta e o faz decolar. De acordo com a mídia, o uso da catapulta foi conseguido devido ao sucess…

Austrália adverte DCNS após vazamento maciço de segurança

Construtor naval francês DCNS foi convidado a reforçar a sua segurança após o vazamento de documentos ultra-secretos sobre submarinos Scorpene


Por Franz-Stefan Gady | thediplomat.com | Poder Naval

Um alto funcionário da defesa australiano solicitou ao construtor naval francês Direction des Constructions Navales Services (DCNS) a intensificar a segurança após o vazamento de documentos que detalham as capacidades de combate ultra-secretas dos submarinos diesel-elétricos de ataque classe “Scorpene” da Marinha indiana (classe “Kalvari”). 


Shortfin Barracuda Block 1A
Shortfin Barracuda Block 1A

O funcionário da Defesa, agindo em nome do ministro da Indústria de Defesa da Austrália Christopher Pyne, também transmitiu profunda preocupação do governo sobre as implicações dos vazamentos para a Marinha Real da Austrália (RAN) no chamado Programa de Submarinos do Futuro SEA 1000, de acordo com a agência Reuters.

A DCNS está envolvida em negociações exclusivas para a construção de 12 submarinos Shortfin Barracuda BlocK 1A para a RAN, um derivado diesel-elétrico da classe “Barracuda” de submarinos nucleares de ataque da DCNS. O primeiro-ministro australiano Malcolm Turnbull anunciou em abril que a DCNS venceu o processo de avaliação competitiva para a concepção e construção de submarinos de última geração da RAN. O custo estimado para nova frota de submarinos da Austrália é de AS$ 50 bilhões (US$ 38,13 milhões), o maior acordo de defesa do país na história.

O vazamento vem em um momento crítico, quando a Austrália e a França estão trabalhando nos detalhes do acordo, incluindo cronogramas de construção e contratos de transferência de tecnologia. A DCNS disse no início da semana que o vazamento poderia ter sido executado por um dos dois competidores frustrados na oferta, Mitsubishi Heavy Industries (MHI)/Kawasaki Shipbuilding Corporation (KSC), e a empresa alemã ThyssenKrupp AG (TKMS).

A DCNS acusou os seus concorrentes de guerra econômica. “É evidente que houve um vazamento maciço. E os franceses colocarem a culpa nos japoneses ou alemães sob alguma bandeira da “guerra econômica” é histérico”, disse uma fonte da indústria à Reuters.

O Departamento de Defesa australiano também disse à DCNS que espera o mesmo nível de segurança que as empresas de defesa dos EUA estão fornecendo para obter informações sobre submarinos da Austrália, dado que submarinos da classe Collins da RAN estão equipados com um sistema de combate feito nos EUA.

A DCNS Austrália anunciou em 26 de agosto que vai estabelecer um Comitê de Segurança operacional até ao final de 2016. “Esta comissão é parte dos arranjos que entregam a soberania para a Austrália em matéria de submarinos e regerão as medidas que DCNS desenvolve para entregar ao governo australiano rigorosos requisitos de segurança para o programa de submarinos do futuro”, disse Sean Costello, diretor executivo da DCNS Austrália.

A DCNS vem construindo a nova classe de submarinos de ataque da Índia, em cooperação com o estaleiro estatal Magazon Limited (MDL) em Mumbai durante a última década. “O vazamento das 22.400 páginas inclui documentos altamente secretos marcados como “Restricted Scorpene India” detalhando os submarinos da classe Scorpene como profundidades de mergulho, alcance e autonomia, dados magnéticos, eletromagnéticos e infravermelhos, e detalhes do sistema de combate do submarino, incluindo o sistema de lançamento de torpedos”.


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