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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

China é suspeita de reforçar sua presença militar nas ilhas disputadas

As fotos coletadas e estudadas pelo Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais mostram que a China construiu recentemente hangares reforçados para aeronaves nos territórios que fazem parte das ilhas disputadas, escreve o diário norte-americano The New York Times.


Sputnik

"Eles [os hangares] são muito mais robustos do que seria necessário para quaisquer fins civis. Eles são reforçados para enfrentar ataques", diz Gregory Poling, diretor do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, citado pelo jornal.


Ilhas Spratly no mar da China Meridional
Ilhas Spratly © AFP 2016/ POOL / RITCHIE B. TONGO

Tais hangares podem acomodar qualquer caça e até mesmo alguns tipos de bombardeiros.

A China e vários países vizinhos, incluindo o Japão, o Vietnã e as Filipinas, têm divergências sobre as fronteiras marítimas e áreas de responsabilidade no mar do Sul da China e no mar da China Oriental.

Vale lembrar que em 12 de julho, a Corte Permanente de Arbitragem de Haia determinou que a China não possui base legal para reclamar seus direitos históricos sobre o mar do Sul da China nos limites da "linha das nove raias", incluindo os territórios disputados de arquipélago Spratly. Em resposta, a China anunciou que não reconhece e nem aceita a decisão.



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