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Adeus a tecnologias 'stealth': novo radar russo pode detectar aviões furtivos

Tecnologias russas capazes de detectar aviões furtivos do inimigo podem vir a fazer parte do sistema da defesa antiaérea unida da OTSC – Organização do Tratado de Segurança Coletiva, declarou o chefe do Estado-Maior Conjunto da aliança, Anatoly Sidorov.
Sputnik

Inovações russas capazes de desativar tecnologias furtivas do inimigo podem vir a ser usadas na criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, declarou militar, citado pelo jornal Rossiyskaya Gazeta. Sidorov comentou que essas inovações seriam eficazes tanto contra aviação do inimigo como contra ataques com mísseis.



O sistema Rezonans-NE funciona graças ao princípio de reflexão ressonante de ondas de rádio da superfície de aparelhos aéreos, facilitando vigilância de aeronaves e mísseis do inimigo, explicou Aleksandr Scherbinko, vice-diretor executivo da empresa de design Rezonans.

"Este modelo pode ser de grande interesse, levando em consideração criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, cuja inauguração est…

China é suspeita de reforçar sua presença militar nas ilhas disputadas

As fotos coletadas e estudadas pelo Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais mostram que a China construiu recentemente hangares reforçados para aeronaves nos territórios que fazem parte das ilhas disputadas, escreve o diário norte-americano The New York Times.


Sputnik

"Eles [os hangares] são muito mais robustos do que seria necessário para quaisquer fins civis. Eles são reforçados para enfrentar ataques", diz Gregory Poling, diretor do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, citado pelo jornal.


Ilhas Spratly no mar da China Meridional
Ilhas Spratly © AFP 2016/ POOL / RITCHIE B. TONGO

Tais hangares podem acomodar qualquer caça e até mesmo alguns tipos de bombardeiros.

A China e vários países vizinhos, incluindo o Japão, o Vietnã e as Filipinas, têm divergências sobre as fronteiras marítimas e áreas de responsabilidade no mar do Sul da China e no mar da China Oriental.

Vale lembrar que em 12 de julho, a Corte Permanente de Arbitragem de Haia determinou que a China não possui base legal para reclamar seus direitos históricos sobre o mar do Sul da China nos limites da "linha das nove raias", incluindo os territórios disputados de arquipélago Spratly. Em resposta, a China anunciou que não reconhece e nem aceita a decisão.



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