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EUA confirmam linha estratégica de 'desmembramento da Síria', diz analista

Os EUA declararam que não querem restaurar as regiões na Síria que estão sob o controle de Damasco. O especialista Vladimir Fitin explica na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik o que busca Washington.
Sputnik

Os EUA não querem ajudar na reconstrução das regiões na Síria que ficam sob o controle do presidente sírio Bashar Assad, declarou um alto funcionário dos EUA após o primeiro dia do encontro dos ministros das Relações Exteriores do G7.


Em janeiro, o Departamento de Estado dos EUA afirmou que Washington não iria ajudar a Rússia, o Irã e Damasco oficial na restauração do país, enquanto a "transformação política" da Síria não se realizasse. Segundo declarou o assistente adjunto do secretário de Estado dos EUA para o Médio Oriente, David Satterfield, a condição da ajuda é a reforma constitucional e eleições sob os auspícios da ONU.

O analista do Instituto dos Estudos Estratégicos da Rússia, Vladimir Fitin, na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik comentou a decla…

China é suspeita de reforçar sua presença militar nas ilhas disputadas

As fotos coletadas e estudadas pelo Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais mostram que a China construiu recentemente hangares reforçados para aeronaves nos territórios que fazem parte das ilhas disputadas, escreve o diário norte-americano The New York Times.


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"Eles [os hangares] são muito mais robustos do que seria necessário para quaisquer fins civis. Eles são reforçados para enfrentar ataques", diz Gregory Poling, diretor do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, citado pelo jornal.


Ilhas Spratly no mar da China Meridional
Ilhas Spratly © AFP 2016/ POOL / RITCHIE B. TONGO

Tais hangares podem acomodar qualquer caça e até mesmo alguns tipos de bombardeiros.

A China e vários países vizinhos, incluindo o Japão, o Vietnã e as Filipinas, têm divergências sobre as fronteiras marítimas e áreas de responsabilidade no mar do Sul da China e no mar da China Oriental.

Vale lembrar que em 12 de julho, a Corte Permanente de Arbitragem de Haia determinou que a China não possui base legal para reclamar seus direitos históricos sobre o mar do Sul da China nos limites da "linha das nove raias", incluindo os territórios disputados de arquipélago Spratly. Em resposta, a China anunciou que não reconhece e nem aceita a decisão.



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