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Troféus de guerra: tecnologias militares desviadas nos últimos 20 anos

A espionagem na indústria militar é uma das formas mais eficazes de obter a tecnologia que não se possui. Na guerra invisível conduzida pelos serviços secretos todos os meios são usados.
Sputnik

A Sputnik conta sobre as tecnologias das quais, em vários momentos, os governos conseguiram se apropriar. 

Drone desaparecido

Em 4 de dezembro de 2011, o mais novo drone stealth norte-americano RQ-170 Sentinel desapareceu no oeste do Afeganistão. Segundo o Pentágono, alguém "cortou" o canal de comunicação entre o drone e o operador. Cinco dias depois, um veículo aéreo não tripulado com características de design semelhantes foi apresentado na televisão iraniana. Ainda não se sabe exatamente como o controle do drone foi interceptado. Especialistas acreditam que isso não poderia ter acontecido sem um moderno sistema de guerra eletrônica entregue ao Irã pela Rússia ou China. Não há informações oficiais sobre esse assunto.

O ex-presidente dos EUA, Barack Obama, apelou às autoridades da Repúbl…

China é suspeita de reforçar sua presença militar nas ilhas disputadas

As fotos coletadas e estudadas pelo Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais mostram que a China construiu recentemente hangares reforçados para aeronaves nos territórios que fazem parte das ilhas disputadas, escreve o diário norte-americano The New York Times.


Sputnik

"Eles [os hangares] são muito mais robustos do que seria necessário para quaisquer fins civis. Eles são reforçados para enfrentar ataques", diz Gregory Poling, diretor do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, citado pelo jornal.


Ilhas Spratly no mar da China Meridional
Ilhas Spratly © AFP 2016/ POOL / RITCHIE B. TONGO

Tais hangares podem acomodar qualquer caça e até mesmo alguns tipos de bombardeiros.

A China e vários países vizinhos, incluindo o Japão, o Vietnã e as Filipinas, têm divergências sobre as fronteiras marítimas e áreas de responsabilidade no mar do Sul da China e no mar da China Oriental.

Vale lembrar que em 12 de julho, a Corte Permanente de Arbitragem de Haia determinou que a China não possui base legal para reclamar seus direitos históricos sobre o mar do Sul da China nos limites da "linha das nove raias", incluindo os territórios disputados de arquipélago Spratly. Em resposta, a China anunciou que não reconhece e nem aceita a decisão.



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