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Especialistas: aumenta o risco de guerra entre os EUA, a Rússia e a China

O desenvolvimento de novos tipos de armas nucleares de "baixa potência" aumenta o risco de uma guerra entre os EUA, a Rússia e a China, segundo especialistas consultados por Newsweek.
Sputnik

O Pentágono está desenvolvendo dois novos tipos de armas nucleares, para acompanhar os progressos da Rússia e da China nesse terreno. Os especialistas tiveram acesso às minutas do projeto de doutrina nuclear norte-americana, que acusa Moscou e Pequim de ampliar as suas capacidades nucleares. 


Esse documento afirma a necessidade de "desenvolver e incorporar novos meios de contenção e de defesa dos objetivos, quando a contenção não funciona".

Entre outras medidas, o projeto revela a intenção de desenvolver ogivas nucleares de baixa potência para mísseis Trident, utilizados por submarinos da classe Ohio. Além disso, o departamento de Defesa dos EUA planeja desenvolver um míssil nuclear de baixa potência para suas bases marítimas.

O Pentágono considera o atual arsenal nuclear a disposi…

China prepara-se para guerra naval

O ministro da Defesa chinês, Chang Wanquan, chamou nesta quinta (4) as forças nacionais da China para se prepararem para defender a soberania do país em caso de "uma guerra no mar".


Sputnik

De acordo com a agência Xinhua, o ministro chinês fez essas declarações durante a inspeção das forças da defesa nacional na província de Zhejiang. 



 

Wanquan chamou os militares a reconhecer a gravidade da situação no que se refere à segurança nacional e prestou a atenção especial à ameaça marítima.

O ministro da Defesa disse que as Forças Armadas, a polícia e a população devem estar preparadas para mobilizar-se em caso de uma guerra e defender a soberania e a integridade territorial da China.

Além disso, Wanquan disse ser necessário promover a educação na área da defesa nacional.

Vários especialistas apostam que no futuro a região poderá se tornar um verdadeiro campo de batalha entre Washington e Pequim.

A disputa marítima entre os EUA e a China no mar do Sul da China tornou-se um problema sério nas relações entre as duas potências mundiais.

Em 12 de julho, o Tribunal Permanente de Arbitragem de Haia determinou que Pequim não tem "direitos históricos" sobre os territórios em disputa no Mar do Sul da China. As autoridades chinesas, no entanto, rejeitam a jurisdição de Haia para resolver a questão, e anunciaram que vão ignorar a decisão do tribunal.

Vários países, incluindo a China, o Japão, o Vietnã e as Filipinas, têm desacordos sobre as fronteiras marítimas e zonas de influência no mar do Sul da China e mar da China Oriental. A China acredita que alguns deles, como as Filipinas e o Vietnã, aproveitando o apoio dos EUA, escalam a tensão na região. Em janeiro de 2013, as Filipinas contestaram unilateralmente as reclamações da China em relação a uma série de territórios no mar da China do Sul no Tribunal Internacional do Direito do Mar, mas Pequim se recusou oficialmente a abordar essas questões no âmbito jurídico internacional.


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