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Militares norte-americanos acreditam que EUA entrarão em guerra

Quase metade do Exército dos EUA está confiante de que durante o ano de 2019 seu país estará envolvido em um grave conflito armado, de acordo com o Military Times.
Sputnik

Segundo uma pesquisa recente, 46% dos participantes não duvidam que o confronto militar ocorrerá no próximo ano.


A título de comparação, em 2017, apenas 5% dos militares dos EUA esperavam um conflito armado, enquanto 50% descartaram um cenário de guerra e 4% não responderam.

Quanto aos inimigos mais prováveis, os soldados dos EUA mencionaram principalmente a Rússia e a China. Respectivamente, 72% e 69% dos entrevistados escolheram esses dois países.

Além disso, cerca de 57% estão preocupados com a presença de extremistas islâmicos nos Estados Unidos. Em particular, 48% destacaram uma possível ameaça por parte dos grupos terroristas Daesh e Al Qaeda (proibidos na Rússia e em outros países).

Decreto que prorroga uso das Forças Armadas no RN é publicado

Decreto assinado por Temer foi publicado no DOU nesta terça-feira (16).

Tropas federais devem permanecer na Grande Natal até o dia 23.


Do G1 RN

O decreto que prorroga o uso das Forças Armadas no Rio Grande do Norte foi publicado nesta terça-feira (16) no Diário Oficial da União. O presidente da República em exercício, Michel Temer, autorizou que as tropas federais permaneçam na região Metropolitana de Natal por mais 8 dias, ou seja, até a próxima terça-feira (23).


Tropas federais iniciam 'operação Potiguar' em Natal (Foto: Fabiano de Oliveira/ G1)
Tropas federais ficarão mais 8 dias na região Metropolitana de Natal (Foto: Fabiano de Oliveira/ G1)

Robinson Faria, governador do estado, havia solicitado nesta segunda (15) a prorrogação da permanência dos militares por mais 30 dias. Conforme o governador, apesar de a situação na região de Natal ter apresentado "significativa melhora, persistem indicativos de rebeliões a serem deflagrados em unidades do Sistema Penitenciário". Além disso, Faria pediu a liberação de efetivo extra para atuar na cidade de Mossoró, no Oeste potiguar. Contudo, o pedido não foi atendido.

Os militares começaram a atuar no dia 4 de agosto, com o prazo inicial para permanecer nas ruas até esta terça (16). Segundo a assessoria do Exército, aproximadamente 1.200 militares - sendo 920 do Exército, 220 da Marinha e 60 da Força Aérea - foram empregados na 'Operação Potiguar'.

Ataques

 
Foram registrados três ataques criminosos na madrugada desta segunda-feira (15). Dois casos aconteceram na Zona Oeste de Natal e outro no interior do estado. Primeiro, um caminhão foi incendiado em frente a uma oficina no bairro Felipe Camarão. Em seguida, um carro foi queimado no bairro Bom Pastor.

Em Venha-Ver, no Alto Oeste potiguar, um ônibus escolar foi incendiado no conjunto Santo Expedito. O veículo era antigo e havia sido arrematado em um leilão. O dono disse que o objetivo era transformar o ônibus em uma lanchonete no estilo food truck.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (Sesed), até a última sexta-feira (12) já haviam sido contabilizados 114 atos criminosos em 40 cidades potiguares desde o início dos ataques. Ainda segundo a Sesed, 112 pessoas já foram presas suspeitas de envolvimento nos crimes.

A razão dos ataques é a instalação de bloqueadores de celular na Penitenciária de Parnamirim, na Grande Natal, feita no dia 28 de julho. Uma facção, formada dentro dos presídios, reivindica os ataques. O primeiro aconteceu na tarde de 29 de julho, quando um micro-ônibus foi incendiado em Macaíba, também na Grande Natal.

Desde então, as forças de segurança vêm registrados atentados a ônibus, carros, prédios da administração pública e bases policiais em todo estado. Um dos acessos ao Aeroporto Internacional Aluízio Alves, e até mesmo a vegetação do Morro do Careca – um dos principais cartões-postais do RN – também foram alvos dos atentados.

Transferências

 
Apontados como chefes da facção, 21 detentos foram transferidos para as penitenciárias federais de Catanduvas (PR), Campo Grande (MS) e Porto Velho (RO). Outros cinco presos, também apontados como chefes da facção, foram transferidos no início do mês para a Penitenciária Federal de Mossoró.



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