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No decorrer da operação Ramo de Oliveira será criada zona de segurança na Síria

O primeiro-ministro turco Binali Yildirim anunciou a criação, durante a operação militar turca na província síria de Afrin, de uma faixa de segurança de 30 quilômetros.
Sputnik

O premiê, citado pela emissora Haberturk, adiantou também que a operação seria efetuada em quatro etapas.


"A operação vai decorrer em 4 etapas com o objetivo de criar uma faixa de segurança de 30 quilômetros, que será limpa de terroristas", disse o político, citado pela emissora NTV.

Yildirim adiantou que até agora não há mortos ou feridos entre o contingente turco que realiza a operação.

Mais cedo, o Estado-Maior da Turquia anunciou o início da operação "Ramo de Oliveira" contra os grupos curdos na província síria de Afrin, que começou precisamente às 14h00 locais (12h00 no horário de Brasília). De acordo com a entidade militar, a operação conta com a participação de 72 aviões, enquanto 108 dos 113 alvos planejados já foram eliminados. Há poucos dias, o premiê turco, Binali Yildirim, havia avanç…

Esquadrão Hórus participa da defesa aérea nos Jogos Olímpicos

Hermes 450 é responsável por realizar reconhecimento aéreo


Agência Força Aérea | DefesaNet

Mais de 50 militares do Esquadrão Hórus (1°/12° GAV) estão no Rio de Janeiro para participar da defesa aérea durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos. A unidade, sediada na Base Aérea de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, opera aeronaves remotamente pilotadas (RPA).



Para a missão Rio 2016 serão utilizados os RPA de modelo Hermes 450, que tem capacidade para voar diurna e noturnamente e podem fazer revezamento em voo, o que permite que o esquadrão mantenha a vigilância 24 horas por dia. Eles são responsáveis pelo reconhecimento aéreo. Para isso, os operadores estudaram a geografia e os aspectos populacionais, entre outros, dos pontos de interesse.

"Nós temos condições de detectar qualquer movimentação estranha, como atitudes, objetos suspeitos, manifestações que possam atrapalhar algum comboio", explica o Capitão Aviador David Inácio Gurgel de Oliveira Junior.

O trabalho é realizado em conjunto com o Exército Brasileiro, por meio da Coordenação Geral de Defesa de Área (CGDA). Assim, as alterações, transmitidas em tempo real pelas aeronaves, servem como base para o acionamento das equipes de segurança em terra.

A operação das aeronaves do Hórus é feita a partir de shelters. Embora os pilotos de ARP não estejam sujeitos às condições físicas de um voo usual, eles acreditam que as missões exijam mais mentalmente. "Os sistemas e procedimentos de controle de tráfego, por exemplo, são os mesmos. Mas, nesse tipo de pilotagem nós temos menos consciência situacional e perspectiva, não sabemos tudo que está ocorrendo à volta do avião", diz um dos operadores.

"Participar da defesa aérea na Olimpíada é uma responsabilidade muito grande, por ser um evento de abrangência mundial. Mas estamos preparados para assessorar da melhor maneira", completa o militar.



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