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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Forças governamentais sírias freiam avanços rebeldes em Aleppo

Fortes bombardeios russo permitiram avanço das tropas do regime sírio.
Ofensiva insurgente começou no domingo (31).


France Presse


As forças do regime sírio, com o apoio de fortes bombardeios russos, retomaram o controle de várias colinas e localidades rebeldes na periferia do sudoeste de Aleppo, freando os avanços da ofensiva insurgente.


Exército Livre da Síria faz disparos na região de Ramusa, no sudoeste da cidade síria de Aleppo, na terça-feira (2) (Foto: Abdalrhman Ismail/ Reuters)
Exército Livre da Síria faz disparos na região de Ramusa, no sudoeste da cidade síria de Aleppo, na terça-feira (2) (Foto: Abdalrhman Ismail/ Reuters)

Os grupos rebeldes e seus aliados extremistas iniciaram no domingo (31) uma ofensiva para tentar romper o cerco imposto aos bairros insurgentes, no leste da cidade. Porém, as forças do governo lançaram um violento contra-ataque e reconquistaram várias posições sob controle dos rebeldes.


Um correspondente da AFP no leste de Aleppo informou sobre confrontos e bombardeios durante a noite, seguidos de explosões com bombas de barril e ataques aéreos na madrugada.

Segundo o OSDH, 50 combatentes rebeldes e jihadistas morreram desde o início do ataque, assim como dezenas de membros das tropas do regime.

Nesta batalha, os rebeldes têm o apoio do grupo extremista Frente Fateh al-Sham (antes Frente al-Nosra, que se desvinculou da Al-Qaeda). O exército conta com a ajuda da aviação russa e, no campo de batalha, de combatentes iranianos e do Hezbollah libanês, segundo o OSDH.

Aleppo encontra-se dividida desde 2012 entre os bairros a oeste, controlados pelo governo, e os do leste, nas mãos dos rebeldes, totalmente sitiados pelo exército desde 17 de julho.

Os insurgentes tentam assumir o controle do distrito governamental de Ramusa, no sudoeste de Aleppo, para abrir uma nova rota de abastecimento a seus bairros.

Os rebeldes fizeram todo o possível para manter suas novas posições ante os bombardeios em massa da aviação russa, explicou Abdel Rahman. Conseguiram manter o controle de quatro colinas e um pequeno povoado.

De acordo com o site pró-governo Al-Masdar News, os rebeldes conseguiram entrar em Ramusa depois de explodir um túnel que haviam escavado para acessar o bairro. “Mas depois foram bloqueados e tiveram que deixar a localidade após uma batalha violenta. O regime controla completamente o bairro".

Durante a noite, ao menos 10 civis, incluindo quatro crianças, morreram em bombardeios rebeldes nas áreas sob controle governamental na zona oeste da cidade, segundo o OSDH. Desde domingo mais de 40 civis morreram em bombardeios rebeldes nos bairros.

A batalha por Aleppo, que já foi a capital econômica do país, é crucial para as forças do regime de Damasco, assim como para os grupos rebeldes.




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