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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
Sputnik

O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Forças governamentais sírias freiam avanços rebeldes em Aleppo

Fortes bombardeios russo permitiram avanço das tropas do regime sírio.
Ofensiva insurgente começou no domingo (31).


France Presse


As forças do regime sírio, com o apoio de fortes bombardeios russos, retomaram o controle de várias colinas e localidades rebeldes na periferia do sudoeste de Aleppo, freando os avanços da ofensiva insurgente.


Exército Livre da Síria faz disparos na região de Ramusa, no sudoeste da cidade síria de Aleppo, na terça-feira (2) (Foto: Abdalrhman Ismail/ Reuters)
Exército Livre da Síria faz disparos na região de Ramusa, no sudoeste da cidade síria de Aleppo, na terça-feira (2) (Foto: Abdalrhman Ismail/ Reuters)

Os grupos rebeldes e seus aliados extremistas iniciaram no domingo (31) uma ofensiva para tentar romper o cerco imposto aos bairros insurgentes, no leste da cidade. Porém, as forças do governo lançaram um violento contra-ataque e reconquistaram várias posições sob controle dos rebeldes.


Um correspondente da AFP no leste de Aleppo informou sobre confrontos e bombardeios durante a noite, seguidos de explosões com bombas de barril e ataques aéreos na madrugada.

Segundo o OSDH, 50 combatentes rebeldes e jihadistas morreram desde o início do ataque, assim como dezenas de membros das tropas do regime.

Nesta batalha, os rebeldes têm o apoio do grupo extremista Frente Fateh al-Sham (antes Frente al-Nosra, que se desvinculou da Al-Qaeda). O exército conta com a ajuda da aviação russa e, no campo de batalha, de combatentes iranianos e do Hezbollah libanês, segundo o OSDH.

Aleppo encontra-se dividida desde 2012 entre os bairros a oeste, controlados pelo governo, e os do leste, nas mãos dos rebeldes, totalmente sitiados pelo exército desde 17 de julho.

Os insurgentes tentam assumir o controle do distrito governamental de Ramusa, no sudoeste de Aleppo, para abrir uma nova rota de abastecimento a seus bairros.

Os rebeldes fizeram todo o possível para manter suas novas posições ante os bombardeios em massa da aviação russa, explicou Abdel Rahman. Conseguiram manter o controle de quatro colinas e um pequeno povoado.

De acordo com o site pró-governo Al-Masdar News, os rebeldes conseguiram entrar em Ramusa depois de explodir um túnel que haviam escavado para acessar o bairro. “Mas depois foram bloqueados e tiveram que deixar a localidade após uma batalha violenta. O regime controla completamente o bairro".

Durante a noite, ao menos 10 civis, incluindo quatro crianças, morreram em bombardeios rebeldes nas áreas sob controle governamental na zona oeste da cidade, segundo o OSDH. Desde domingo mais de 40 civis morreram em bombardeios rebeldes nos bairros.

A batalha por Aleppo, que já foi a capital econômica do país, é crucial para as forças do regime de Damasco, assim como para os grupos rebeldes.




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