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Marinha do Brasil simula resgate de civis em área de conflito ou desastre natural (VÍDEO)

A Marinha do Brasil realizou entre os dias 6 e 14 de novembro a Operação Atlântico, na praia de Itaoca, no Espírito Santo. A simulação deste ano treinou os oficiais para casos em que houvesse resgate de civis em uma área de conflito armado ou que foram alvos de desastres naturais.
Sputnik

Era por volta de 5h40 do dia 10 de novembro, um sábado, ainda estava amanhecendo, quando o Almirante Paulo Martinho Zucaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, olhou e disse para a reportagem da Sputnik Brasil: "É guerra".


A declaração foi dada para explicar os motivos de se realizar um treinamento deste porte mesmo em condições extremamente desfavoráveis. A chuva era forte, as ondas na beira da praia atingiam 1,5 metros e os ventos chegaram a 20 km/h. O nível de dificuldade preocupava o alto comando, mas não foi um problema para os fuzileiros e marinheiros.

Antes do amanhecer, sete Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) chegaram à praia e deram início ao desembarque. Após eles chegarem foi…

Hackers invadem organizações estratégicas da Rússia e do Irã

Grupo chamado Strider (“que anda a passos largos”, em tradução livre), ou Projeto Sauron, atacou gabinetes, instalações militares, centros de pesquisa e operadores de telecomunicações na Rússia e em outros países durante um período de cinco anos.


Viktória Zaviálova | Gazeta Russa

Ao menos 30 organizações importantes ao redor do mundo, sobretudo Rússia, Irã e Ruanda, foram alvo de ataques cibernéticos do grupo Strider ao longo dos últimos cinco anos, informou um relatório Kaspersky Lab, fabricante russa de antivírus. 


Alto custo e complexidade de operações sugerem apoio de Estado ao grupo Foto:Panthermedia / Vostock-photo

Os hackers estariam atrás de informações de órgãos governamentais. “O alto custo dos ataques, bem como sua complexidade e duração, é razão para acreditar que os hackers têm apoio de alto nível”, lê-se no documento da Kaspersky Lab.

A Symantec, empresa de segurança cibernética dos EUA, reforçou essa possibilidade. “Com base nas capacidades de espionagem do malware e da natureza de seus alvos conhecidos, é possível que o grupo seja um invasor em nível estatal”, divulgou, em nota, a norte-americana em seu site.

O comunicado da Symantec relata ainda que o mesmo malware teria sido encontrado em computadores de seus clientes na China, na Suécia e na Bélgica. Estima-se que os ataques ocorram, pelo menos, desde 2011.

Invasão em julho

No último dia 30 de julho, o Serviço Federal de Segurança da Rússia (FSB, que substituiu a KGB) informou que cerca de 20 organizações russas haviam sido atacadas, incluindo agências governamentais e empresas militares.

Segundo Aleksêi Lukatski, consultor de segurança da informação da Cisco, pode se tratar do mesmo vírus, “embora seja difícil dizer sem conhecer todos os detalhes”.

Na ocasião, o FSB não declarou qual país podia estar envolvido nos ataques nem quando as invasões ocorreram. Também não se sabe como a operação foi conduzida.

“Às vezes, ataques direcionados são realizados utilizando ferramentas prontas e baratas, mas Projeto Sauron é um assunto completamente diferente”, disse Vitáli Kamluk, pesquisador na Kaspersky Lab. “Nesse caso, os criminosos desenvolvem novas técnicas e códigos de script a cada vez”, explica.



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