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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Iraque executa militantes do EI por causa de assassinatos em 2014

Trinta e seis foram enforcados neste domingo.
Cerca de 1,7 mil soldados xiitas foram vítimas dos jihadistas.


Reuters


O Iraque informou neste domingo (21) que enforcou 36 militantes do Estado Islâmico condenados à morte pelo assassinato de 1,7 mil soldados de maioria xiita em um acampamento ao norte de Bagdá em 2014.


Imagem de vídeo publicado pelo Estado Islâmico no Youtube mostra Ali Hussein Kadhim em um grupo de 60 prisioneiros antes da execução  (Foto: Human Rights Watch/Divulgação)
Imagem de vídeo publicado pelo Estado Islâmico no Youtube mostra grupo de 60 prisioneiros antes da execução (Foto: Human Rights Watch/Divulgação)

As execuções foram realizadas em uma prisão em Nasiriya, uma cidade ao sul do Iraque, informou a televisão estatal citando o Ministério da Justiça.

O grupo radical sunita Estado Islâmico invadiu, em 2014, o acampamento Speicher, antiga base militar dos Estados Unidos ao norte da cidade natal de Saddam Hussein, Tikrit.

O soldado Ali Hussein Kadhim, de 23 anos, que disse ter conseguido escapar do massacre ao se fingir de morto em meio a colegas executados, avaliou na época que cerca de 3 mil soldados estavam no grupo que tentou fugir da base com roupas civis, mas acabaram interceptados pelo EI. Ele não duvida da conta do próprio grupo radical, que afirma ter executado 1,7 mil deles.



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