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Adeus a tecnologias 'stealth': novo radar russo pode detectar aviões furtivos

Tecnologias russas capazes de detectar aviões furtivos do inimigo podem vir a fazer parte do sistema da defesa antiaérea unida da OTSC – Organização do Tratado de Segurança Coletiva, declarou o chefe do Estado-Maior Conjunto da aliança, Anatoly Sidorov.
Sputnik

Inovações russas capazes de desativar tecnologias furtivas do inimigo podem vir a ser usadas na criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, declarou militar, citado pelo jornal Rossiyskaya Gazeta. Sidorov comentou que essas inovações seriam eficazes tanto contra aviação do inimigo como contra ataques com mísseis.



O sistema Rezonans-NE funciona graças ao princípio de reflexão ressonante de ondas de rádio da superfície de aparelhos aéreos, facilitando vigilância de aeronaves e mísseis do inimigo, explicou Aleksandr Scherbinko, vice-diretor executivo da empresa de design Rezonans.

"Este modelo pode ser de grande interesse, levando em consideração criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, cuja inauguração est…

Marinha esclarece posição sobre submarino ‘Scorpene’

Poder Naval

A Marinha do Brasil afirma que documentos vazados sobre o submarino “Scorpène” não afetam projeto brasileiro. “A Força afirmou e reitera que a partir das notícias divulgadas, o possível vazamento não está relacionado ao programa de obtenção dos submarinos da classe “Scorpène” em construção no Brasil (S-BR), em parceria com a DCNS. Os submarinos brasileiros foram projetados atendendo a especificações estabelecidas pela Marinha do Brasil, o que indica haver diferenças entre nosso submarino e os de outros países”, esclarece o contra-almirante Flávio Augusto Rocha. 


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De acordo com o contra-almirante, “a Marinha do Brasil, em princípio, não vislumbra impacto no programa de construção dos S-BR em andamento no Brasil e acompanha, atenta, os desdobramentos do fato ocorrido”.

Em nota enviada ao site Indústria de Defesa & Segurança, o contra-almirante afirma que a força está atenta às investigações sobre os documentos do submarino. “A Marinha do Brasil esclarece que, em momento algum, afirmou estar despreocupada com o suposto vazamento de informações relacionadas aos submarinos da classe ‘Scorpène’”.

O submarino “Scorpène” faz parte do PROSUB da Marinha do Brasil. Mais de 22 mil páginas do documento sobre o submarino vazaram no estaleiro da francesa DCNS, responsável pelo projeto. O temor é que essas páginas contenham detalhes sobre a capacidade de combate do submarino. Além do Brasil, Índia, Malásia, Austrália e Chile compraram o submarino da DCNS e investigam o vazamento.

LEIA NA ÍNTEGRA A RESPOSTA DA MARINHA


Senhora jornalista,
Em relação à matéria publicada ontem (25) no site Defesa e Segurança, intitulada “Brasil desconsidera vazamento do ‘Scorpène’, Austrália e Índia investigam”, a Marinha do Brasil esclarece que, em momento algum, afirmou estar despreocupada com o suposto vazamento de informações relacionadas aos submarinos da classe “Scorpène”.

A Força afirmou e reitera que a partir das notícias divulgadas, o possível vazamento não está relacionado ao programa de obtenção dos submarinos da classe “Scorpène” em construção no Brasil (S-BR), em parceria com a DCNS. Os submarinos brasileiros foram projetados atendendo a especificações estabelecidas pela Marinha do Brasil, o que indica haver diferenças entre nosso submarino e os de outros países.

Portanto, a Marinha do Brasil, em princípio, não vislumbra impacto no programa de construção dos S-BR em andamento no Brasil e acompanha, atenta, os desdobramentos do fato ocorrido.

Atenciosamente,
FLÁVIO AUGUSTO VIANA ROCHA
Contra-Almirante
Diretor



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