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Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
Sputnik

De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

Marinha esclarece posição sobre submarino ‘Scorpene’

Poder Naval

A Marinha do Brasil afirma que documentos vazados sobre o submarino “Scorpène” não afetam projeto brasileiro. “A Força afirmou e reitera que a partir das notícias divulgadas, o possível vazamento não está relacionado ao programa de obtenção dos submarinos da classe “Scorpène” em construção no Brasil (S-BR), em parceria com a DCNS. Os submarinos brasileiros foram projetados atendendo a especificações estabelecidas pela Marinha do Brasil, o que indica haver diferenças entre nosso submarino e os de outros países”, esclarece o contra-almirante Flávio Augusto Rocha. 


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De acordo com o contra-almirante, “a Marinha do Brasil, em princípio, não vislumbra impacto no programa de construção dos S-BR em andamento no Brasil e acompanha, atenta, os desdobramentos do fato ocorrido”.

Em nota enviada ao site Indústria de Defesa & Segurança, o contra-almirante afirma que a força está atenta às investigações sobre os documentos do submarino. “A Marinha do Brasil esclarece que, em momento algum, afirmou estar despreocupada com o suposto vazamento de informações relacionadas aos submarinos da classe ‘Scorpène’”.

O submarino “Scorpène” faz parte do PROSUB da Marinha do Brasil. Mais de 22 mil páginas do documento sobre o submarino vazaram no estaleiro da francesa DCNS, responsável pelo projeto. O temor é que essas páginas contenham detalhes sobre a capacidade de combate do submarino. Além do Brasil, Índia, Malásia, Austrália e Chile compraram o submarino da DCNS e investigam o vazamento.

LEIA NA ÍNTEGRA A RESPOSTA DA MARINHA


Senhora jornalista,
Em relação à matéria publicada ontem (25) no site Defesa e Segurança, intitulada “Brasil desconsidera vazamento do ‘Scorpène’, Austrália e Índia investigam”, a Marinha do Brasil esclarece que, em momento algum, afirmou estar despreocupada com o suposto vazamento de informações relacionadas aos submarinos da classe “Scorpène”.

A Força afirmou e reitera que a partir das notícias divulgadas, o possível vazamento não está relacionado ao programa de obtenção dos submarinos da classe “Scorpène” em construção no Brasil (S-BR), em parceria com a DCNS. Os submarinos brasileiros foram projetados atendendo a especificações estabelecidas pela Marinha do Brasil, o que indica haver diferenças entre nosso submarino e os de outros países.

Portanto, a Marinha do Brasil, em princípio, não vislumbra impacto no programa de construção dos S-BR em andamento no Brasil e acompanha, atenta, os desdobramentos do fato ocorrido.

Atenciosamente,
FLÁVIO AUGUSTO VIANA ROCHA
Contra-Almirante
Diretor



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