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Marinha e Aeronáutica do Brasil auxiliam buscas a submarino argentino desaparecido, diz ministro

Segundo Raul Jungmann, três navios e um avião brasileiros já foram disponibilizados. Última vez que o submarino militar com 44 pessoas a bordo manteve contato com a base foi na quarta-feira (15).
Por G1, Brasília

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, publicou em seu perfil no Twitter neste sábado (18) que três navios da Marinha brasileira "já estão auxiliando" nas buscas a um submarino argentino que desapareceu com 44 tripulantes a bordo.

Ainda segundo o ministro, a Força Aérea Brasileira (FAB) disponibilizou um avião para também ajudar na procura pelo submarino e um segundo avião "será deslocado para apoiar as buscas do submarino argentino desaparecido" a partir deste domingo (19).

O submarino militar ARA San Juan manteve contato com a base pela última vez na manhã de quarta-feira (15), quando estava no sul do Mar Argentino, a 432 quilômetros da costa patagônica do país.

De acordo com a FAB, o primeiro avião disponibilizado pelo Brasil decolou, com 18 tripulantes, às 17…

Marinha pede reforço da população na busca por piloto e caça desaparecidos

Equipes atuam em Saquarema, local da queda, Cabo Frio e Arraial, no RJ.

Acidente aconteceu durante um treinamento na última terça-feira (26).


Gustavo Garcia | G1 Região dos Lagos

A Marinha do Brasil realiza um trabalho de conscientização com a população costeira como reforço no trabalho de busca pelo piloto e o caça AF-1 Skyhawk, que desapareceram durante um treinamento na costa de Saquarema, Região dos Lagos, na terça-feira (26). O órgão pede que as pessoas entrem em contato diante de qualquer indício do militar ou da aeronave. As equipes atuam em Saquarema, Cabo Frio e Arraial do Cabo, já que "as características do mar do local do acidente sofrem grande influência das fortes correntes características da região", como explica a Marinha.


Skyhawk da Marinha do Brasil passou por testes na Base Aérea de Natal (Foto: Fred Carvalho/G1)
Skyhawk da Marinha do Brasil pode ultrapassar os mil k/h (Foto: Fred Carvalho/G1)

O órgão afirma que é possível apontar a localização exata do impacto do caça com a água nas imediações de Saquarema através do relato de moradores e do outro piloto envolvido no acidente. De acordo com a Marinha, duas aeronaves realizavam o treinamento e uma retornou para a base em segurança. A aeronave que caiu no mar perdeu o contato com o radar de controle aéreo quando entrou em contato com a água. A identidade do piloto que está desaparecido não foi revelada.

Piloto pode não ter ejetado

 
Um Inquérito Policial Militar foi aberto no dia seguinte ao acidente, quarta-feira (27), para apurar as causas do choque entre dois caças no ar. Questionada sobre possíveis falhas no localizador ou na ejeção do banco do piloto, a Marinha disse apenas que "até o presente momento, não há como afirmar nada em relação ao acidente". "As investigações estão em curso e tem por objetivo apurar os fatos relacionados ao caso", completou o órgão em nota enviada nesta terça-feira (2).

Velocidade da aeronave não pode ser calculada

 
Segundo a Marinha, o AF-1 Skyhawk que desapareceu após se chocar com outro caça pode atingir uma velocidade de Mach.95 (95% velocidade do som), ou seja, mais de mil km/h. Mas, de acordo com o órgão, não é possível precisar a velocidade na aeronave viajava quando atingiu a água.

Navio-sonda


O navio-sonda de Pesquisa Hidroceanográfico "Vital de Oliveira", da Marinha do Brasil, atua próximo à costa de Saquarema desde a quarta-feira (27) junto com outras embarcações. Helicópteros estão sobrevoando o mar para tentar encontrar vestígios do caça. Agentes dos bombeiros fazem varreduras na areia com quadriciclos.

O navio tem 78 metros de comprimento, possui cinco laboratórios e tem capacidade para 130 pessoas.

Entre os equipamentos estão ecobatímetros multifeixe, perfilador de velocidade do som e sonar de varredura lateral. A embarcação pode ser operada remotamente.



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