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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Paiol da Imbel, fábrica de material bélico, explode em Juiz de Fora

Não houve feridos, segundo o Corpo de Bombeiros.
Explosão danificou vidros de casas no entorno da empresa.


Do G1, em São Paulo e G1 Zona da Mata


Um paiol da Indústria de Material Bélico do Brasil (Imbel) de Juiz de Fora explodiu e se incendiou na noite desta terça-feira (16). No momento da explosão, que ocorreu por volta das 23h, não havia ninguém no paiol, que fica distante da área fabril da empresa. A apuração sobre as causas da explosão ficará a cargo do Exército Brasileiro.


Explosão na fábrica da Imbel em Juiz de Fora (Foto: Gláucia Mendes Paulino/Arquivo Pessoal)
Explosão na fábrica da Imbel ocorreu perto das 23h (Foto: Gláucia Mendes Paulino/Arquivo Pessoal)

Segundo o 4º Batalhão dos Bombeiros Militares (BBM), não houve registro de feridos e mortos. O local foi monitorado por um drone do Exército e foram feitas ações de segurança e controle para evitar o risco de propagação. Os Bombeiros retornam na manhã desta quarta-feira (17) para uma avaliação juntamente com o Exército.

A empresa fabrica armas, munições, explosivos e equipamentos. Os Bombeiros informaram que foi controlado um princípio de incêndio em um depósito com produtos químicos. Houve vazamento de ácido sulfúrico, que foi contido pela bacia de contenção. Posteriormente, técnicos farão a retirada do produto.

Os Bombeiros informaram que um paiol que fica ao lado teve o telhado danificado. A onda de choque causou danos em várias residências e alguns veículos. A explosão quebrou vidros de janelas de casa e de carros, além de deslocamento de telhas e danos em portas no entorno da fábrica, no Bairro Araújo.

“A gente estava na praça quando de repente houve um estouro, começou a pegar fogo, parecido com um trovão”, disse uma moradora.

“Fiquei com medo, horrorizada e apavorada. Os vidros começaram a quebrar e voar cadeira”, contou outra.

“A casa tremeu toda, não sei explicar. A princípio achei que era trovão, mas depois vi que não era. Comecei a ficar preocupada com o que podia ter acontecido”, afirmou uma moradora.

A área dos paióis foi isolada pela Polícia Militar (PM). Caminhões-pipa foram acionados, mas não houve necessidade de utilizá-los. A Defesa Civil avaliou as residências locais e não constatou necessidade de interdição.

“Foi um grande susto. A nossa preocupação é se teve algum abalo estrutural em alguma residência, é o que estamos mais preocupados, se houve algum dano, se alguma casa está comprometida e se tem risco de algum telhado ruir, coisas desse jeito”, explicou o subsecretário de Defesa Civil, Márcio Deotti.

Exército não antecipa causas

 
O assessor da Imbel, coronel Malbatan Leal, explicou que a distribuição física de paióis e depósitos é uma medida para minimizar impactos em caso de explosão, como a que houve nesta quarta-feira e que, por enquanto, o Exército não antecipa causas.

“São várias possibilidades, mas seria prematuro falar alguma coisa. A área dos paióis e do depósito da fábrica fica afastada fisicamente da área de circulação de pessoas. E caso haja uma explosão, como houve, a onda de choque sobe e por isso é possível ser observada de outros bairros. Houve estilhaços de materiais frutos da onda de choque. Os paióis existentes foram isolados”, explicou.

Até o momento, o Exército não informou quais materiais estavam guardados no paiol afetado e destacou que não havia necessidade dos moradores vizinhos deixarem as suas casas.



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