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Militares norte-americanos acreditam que EUA entrarão em guerra

Quase metade do Exército dos EUA está confiante de que durante o ano de 2019 seu país estará envolvido em um grave conflito armado, de acordo com o Military Times.
Sputnik

Segundo uma pesquisa recente, 46% dos participantes não duvidam que o confronto militar ocorrerá no próximo ano.


A título de comparação, em 2017, apenas 5% dos militares dos EUA esperavam um conflito armado, enquanto 50% descartaram um cenário de guerra e 4% não responderam.

Quanto aos inimigos mais prováveis, os soldados dos EUA mencionaram principalmente a Rússia e a China. Respectivamente, 72% e 69% dos entrevistados escolheram esses dois países.

Além disso, cerca de 57% estão preocupados com a presença de extremistas islâmicos nos Estados Unidos. Em particular, 48% destacaram uma possível ameaça por parte dos grupos terroristas Daesh e Al Qaeda (proibidos na Rússia e em outros países).

Pyongyang acusa EUA de preparar guerra bioquímica

Coreia do Norte acusa Washington de preparar a guerra bioquímica na península da Coreia no âmbito do programa JUPITR destinado à luta contra as ameaças bioquímicas, declarou uma fonte militar do exército da Coreia do Norte.


Sputnik

"O plano JUPITR das forças militares do imperialismo norte-americano prevê a realização de operações bioquímicas durante a guerra de conquista contra a Coreia (do Norte)", acrescentou o porta-voz do exército citado pela agência sul-coreana Yonhap. 


Cidade de Pyongyang
Cidade de Pyongyang © Sputnik/ Iliya Pitalev

O programa prevê a criação na Coreia do Sul de um laboratório bioquímico militar para análise de substâncias tóxicas, o que, segundo o porta-voz norte-coreano, é "totalmente inaceitável".

"As ações dos imperialistas norte-americanos reforçam ainda mais o desejo de vingança do nosso exército e das pessoas… O nosso exército está pronto para fazer face a todos os tipos de meios de guerra dos imperialistas norte-americanos", advertiu ele.

Segundo as declarações do exército norte-americano, o programa JUPITR inclui novos equipamentos que podem acelerar e facilitar a biomonitorização realizada por forças norte-americanas na Coreia do Sul.

Em 2015, os EUA reconheceram ter enviado por erro amostras de antraz para laboratórios privados na Coreia do Sul, em alguns estados norte-americanos e na Austrália. O secretário de Defesa dos EUA Ashton Carter apresentou suas desculpas ao ministro da Defesa da Coreia do Sul Han Min-koo.



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