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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
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Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Rússia abre caminho para cooperação militar com Uruguai

O governo russo aprovou um projeto de cooperação militar com o Uruguai e solicitou ao Ministério da Defesa da Federação Russa para manter conversações com o lado uruguaio para promover a assinatura do documento. 


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"De acordo com <…> a Lei Federal <…>, deverá ser aprovado o acordo do Ministério da Defesa russo com o Ministério dos Negócios Estrangeiros para elaborar um projeto de acordo entre a Federação Russa e o Governo da República Oriental do Uruguai para a cooperação no domínio da defesa", divulga o documento.

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Segundo o decreto, o Ministério da Defesa russo tem que manter conversações com seus congêneres uruguaios e assinar um acordo de cooperação em nome do governo russo.

Entre as áreas de cooperação entre Moscou e Montevidéu, consagradas no projeto de acordo, são destacadas a intensificação da luta contra o terrorismo, o intercâmbio de informação, a medicina militar e as atividades de busca e salvamento no mar.

O acordo entra em vigor 30 dias após as autoridades dos dois países cumprirem todas as obrigações necessárias para aprovar este documento.


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