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Qual será resposta síria a novos mísseis 'inteligentes' dos EUA?

A cada declaração do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre seus "mísseis inteligentes", os sistemas de defesa antiaérea sírios terão sua própria resposta de mísseis, o que foi demonstrado pelo país em 14 de abril, assegurou à Sputnik o membro do Conselho Público junto ao Ministério da Defesa da Rússia, Igor Korotchenko.
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Mais cedo, Sergei Rudskoy, chefe da Direção-Geral Operacional do Estado-Maior das Forças Armadas russas, disse aos jornalistas que os especialistas russos tinham detectado evidências de 22 mísseis terem atingido alvos, de um total de 105 anunciados pelos EUA, na sequência do ataque aéreo dos EUA e seus aliados.


"Os mísseis podem ser 'inteligentes', mas os sistemas da defesa antiaérea podem ser eficientes, por isso, para cada míssil 'astuto' haverá um míssil guiado, o que foi demonstrado pelo ótimo treinamento profissional dos soldados sírios. Nas declarações de Trump há muita publicidade, e para cada tweet de Trump sobre seus '…

Rússia instala bombardeiros em base iraniana que EUA podiam usar 'antes de 1979'

Os EUA não ficaram contentes por a Rússia ter expandido sua cooperação militar até Teerã permitir que Moscou enviasse seus bombardeiros para missões antiterroristas na Síria a partir do aeródromo de Hamadã, um passo sem precedente para o Irã.


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"Washington descreveu a colocação como 'infeliz'. É provável que os EUA tivessem o direito de usar a base antes da Revolução Islâmica de 1979", disse a publicação alemã Stuttgarter Zeitung.


Bombardeiro russo Tu-22M3 na base aérea de Hamadã, Irã, 15 de agosto de 2016
Tupolev Tu-22 M3 Backfire na base aérea de Hamadã © AP Photo/ WarfareWW

Em 15 de agosto, um número desconhecido de bombardeiros de longo alcance Tu-22M3 e Su-34 partiu do aeródromo de Mozdok, na Ossétia do Norte, e aterrissou na base aérea de Hamadã.

Os bombardeiros russos instalados no Irã realizaram nesta semana alguns ataques intensos contra o Daesh e a Frente al-Nusra na Síria. Os Tu-22M3 e Su-34 eliminaram posições, armazéns e equipamentos terroristas nas províncias sírias de Deir ez-Zor, Aleppo e Idlib.

O diário alemão acrescentou que a operação antiterrorista russa é um passo intermediário a caminho de atingir o objetivo maior de estabelecer uma presença naval no mar Mediterrâneo e no golfo Pérsico.

"No médio prazo, Moscou quer criar um contrapeso para a Sexta Frota dos EUA, que domina o leste do mar Mediterrâneo. No longo prazo, a Rússia também planeja cobrir o golfo Pérsico, onde está baseada a Quinta Frota dos EUA".



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