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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Sabotadores ucranianos podem ter sido apoiados pela Marinha da Ucrânia

Sabotadores, que planejavam ataques na Crimeia, contaram com "suporte" do grupo de oficiais da Marinha ucraniana, que acompanhava a situação a partir de centro marítimo em Ochakovo (cidade na Ucrânia), disse à RIA Novosti uma fonte dos órgãos de segurança pública na Crimeia.


Sputnik

De acordo com a fonte, entre 7 e 9 de agosto, um grupo dos oficiais da Marinha ucraniana chegou ao centro especial marítimo em Ochakovo, que faz parte das Forças das operações especiais. 


Regiões da Rússia. Crimeia
Crimeia © Sputnik/ Vitaly Belousov

"O helicóptero Mi-14PS de número 34 aterrissou no aeródromo de Kulbakino", informou a fonte.

"Os militares do centro, durante conversas privadas, diziam que este grupo chegou para dar apoio no suporte e evacuação do grupo de sabotadores da Direção Principal de Inteligência do Ministério da Defesa da Ucrânia, bloqueado na Crimeia", adicionou a fonte.

O funcionário dos serviços de segurança da Rússia disse à RIA Novosti que o organizador da sabotagem foi o chefe de inteligência do 37º batalhão ucraniano, o capitão da 56ª Brigada, Vladimir Serdyuk. Mais tarde, ele confirmou que prestou serviço no batalhão, mas em outra posição.

Durante interrogatório, os detidos admitiram que os alvos de ataque seriam, em particular, o aeroporto e a estação de ônibus em Simferopol.


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