Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Radicais sírios estariam recebendo armamento dos EUA através da fronteira com Jordânia

Enquanto o exército sírio parece estar pronto para uma grande ofensiva na província de Daraa, os grupos radicais que operam na região estariam recebendo grandes remessas de material bélico "Made in USA".
Sputnik

Os grupos militantes que atuam no sul da Síria receberam uma grande quantidade de armas e munições fabricadas nos EUA, incluindo mísseis antitanque TOW, informou a agência de notícias FARS.

De acordo com a FARS, o armamento foi entregue através da fronteira com a Jordânia no âmbito de um novo plano dos EUA para assegurar mais apoio a estes grupos na Síria.

A agência informou também que os grupos militantes na província de Daraa começaram a se preparar para impedir a ofensiva do exército sírio.

No início deste mês, o exército sírio intensificou as ações no sudoeste do país, controlado por radicais, perto da fronteira com a Jordânia e as Colinas de Golã, ocupadas por Israel.

O Ministério da Defesa da Rússia acrescentou que as forças do governo sírio, apoiadas por um grande a…

'Ações dos EUA levam à desvalorização do Conselho de Segurança da ONU'

As ações de Washington no Conselho de Segurança da ONU abrem o caminho para uma desvalorização deste órgão, disse a representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova em entrevista ao site Rossiya-Gretsia 2016 (Rússia-Grécia 2016). 


Sputnik

"O que agora os norte-americanos estão fazendo é um caminho direto para a desvalorização do papel do Conselho de Segurança como o órgão supremo que implementa o direito internacional. Não passa de um show aquilo que foi organizado em ligação ao ataque contra o comboio humanitário, sem quaisquer provas", disse a diplomata.


Reunião do Conselho de Segurança da ONU
Conselho de Segurança da ONU © AP Photo/ Pablo Martinez Monsivais


Na noite para 20 de setembro uma coluna do Crescente Vermelho Sírio Árabe e de organizações humanitárias da ONU foi bombardeada a noroeste de Aleppo. O comboio era composto de 31 caminhões que transportavam ajuda, destinada a 78 mil pessoas. Segundo o Comitê Internacional da Cruz Vermelha, 18 caminhões foram destruídos, morreram um funcionário da organização e cerca de 20 civis.

"O que gostei mais foi a declaração no Conselho de Segurança – primeiramente, de que a culpa era da Rússia e depois 'Não temos provas, mas pensamos que a Rússia é culpada'. No dia seguinte os militares norte-americanos disseram: 'Não temos informações, mas sabemos que isso foi obra ou da Rússia ou da Síria'", afirmou a representante da chancelaria russa. 


Maria Zakharova sublinhou que 'nos tornamos testemunhas de tais coisas absolutamente inaceitáveis'.

Postar um comentário

Postagens mais visitadas