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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Areia e mísseis: exercícios militares Kavkaz 2016 vistos na primeira pessoa (vídeo)

Nada se pode comparar a algo que se viu por seus próprios olhos: a correspondente da Sputnik Brasil assistiu aos exercícios Kavkaz 2016 (Cáucaso 2016).


Sputnik


Há muita informação controversa sobre os exercícios chamados de Kavkaz 2016 que estão na sua fase final na península de Crimeia. 


Ministro da Defesa da Rússia Sergei Shoigu chega aos exercícios militares Kavkaz 2016
© Sputnik/ Ekaterina Kozlova

Os fatos são os seguintes: dos exercícios participaram mais de 12,5 mil militares, só o polígono de Opuk contou com a presença de mais de 100 caças, outros aviões e helicópteros, 10 navios e mesmo um submarino. 


O pormenor mais importante para esclarecer é que os grandes exercícios devem contar com a presença de observadores internacionais. Mas cada regra tem exceção — estes exercícios podiam ser realizados sem observadores porque sua curta duração possibilita evitar esta exigência. 

Em vez de observadores, estiveram presentes jornalistas de vários países, inclusive da Polônia, França, EUA, Alemanha e Rússia. Entre os jornalistas também estava uma correspondente da Sputnik Brasil. 


Avião russo lança água durante exercícios Kavkaz 2016 na Crimeia, Rússia
Avião russo lança água durante exercícios Kavkaz 2016 na Crimeia, Rússia © Sputnik/ Ekaterina Kozlova

É de destacar que tudo no polígono está coberto com areia e, provavelmente por esta razão e também para cuidar dos pulmões de jornalistas talvez pouco preparados para tais aventuras, o Ministério da Defesa da Rússia, que organizou a chegada da imprensa, decidiu lançar 42 toneladas de água para minimizar a criação de poeira. A propósito, a imagem do avião jogando água fez lembrar a ajuda recente prestada pela Rússia a Portugal atingido por incêndios florestais.


Material blindado russo durante exercícios Kavkaz 2016 na Crimeia, Rússia
Material blindado russo durante exercícios Kavkaz 2016 na Crimeia, Rússia © Sputnik/ Ekaterina Kozlova

E a poeira teve lugar, sim senhor! Tanques, blindados, infantaria, não obstante os obstáculos que estavam no seu caminho, realizaram as tarefas dadas pelo comando.

Além do mais, os jornalistas tiveram a oportunidade única de se sentir como parte dos exercícios, quando a coluna de ônibus foi acompanhada por helicóptero.



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