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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Assad: Ataques da coalizão dos EUA contra exército sírio é agressão que serve ao Daesh

No sábado a coalizão anti-Daesh atacou posições do Exército sírio, matando 62 e ferindo cerca de 100 pessoas. 


Sputnik

"O presidente Assad ressaltou que as partes que são hostis à Síria estão esgotando todas suas energias e recursos para manter a guerra terrorista na Síria, observando que, sempre que o Exército governamental sírio alcança progressos tangíveis, o estado que é hostil à Síria aumenta seu apoio às organizações terroristas, e o exemplo mais recente disso é a flagrante agressão dos EUA contra a posição do Exército sírio em Deir ez-Zor para benefício do Daesh", informou na segunda-feira(19) a agência de notícias síria Sana. 


Presidente sírio, Bashar Assad fala durante uma entrevista com o canal de notícias SBS da Austrália, em Damasco, Síria. 01 de julho, 2016
Bashar al-Assad, Presidente da Síria © AP Photo/ SANA


Austrália, Dinamarca e Reino Unido confirmaram sua participação nos ataques em Deir ez-Zor.

Os aviões da coalizão anti-Daesh, no sábado, efetuaram quatro ataques contra as tropas sírias, que estavam cercadas por terroristas do Daesh (banido na Rússia), perto de Deir ez-Zor, matando 62 soldados e ferindo cerca de 100. O Pentágono expressou o seu "pesar" e disse que o alvo eram terroristas e não as forças sírias.

Após o incidente, começaram a aparecer apelos às autoridades dos EUA para estas justificarem os ataques a soldados que lutam contra o Daesh, ação que se tornou muito útil para os terroristas. Esta situação poderá aumentar as tensões e no futuro levar ao fracasso de uma solução diplomática, notam especialistas.



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