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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Aviões da coalizão internacional destroem fábrica química do Daesh perto de Mossul

Os aviões de guerra da coalizão internacional liderada pelos EUA destruíram uma fábrica no Iraque usada pelo grupo terrorista Daesh (autodenominado Estado Islâmico) para produzir armas químicas, segundo anunciou o Pentágono nesta terça-feira (13). 


Sputnik

O centro de produção – um antigo complexo farmacêutico – provavelmente fabricava cloro ou gás mostarda, de acordo com o tenente-general Jeffrey Harrigian, chefe do Comando Central das Forças Aéreas dos EUA. 


Militantes do Estado Islâmico na cidade de Mossul no Iraque
Militantes do estado islâmico em Mossul © REUTERS/ Stringer


"Isso representa apenas mais um exemplo do flagrante desrespeito do Daesh pela lei e as normas internacionais", disse o oficial em videoconferência com repórteres no Pentágono.

O ataque ocorreu na segunda-feira (12) perto de Mossul e foi conduzido por caças e um bombardeiro pesado B-52.

As forças de segurança iraquianas, apoiadas pelo poder aéreo da coalizão, estão nas semanas finais de "modulação" das operações preparatórias para uma ofensiva para recapturar Mossul, cujo controle foi tomado pelos jihadistas em 2014.


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