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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Bombardeio no Iêmen mata 25 civis, a maioria mulheres e crianças

Coalizão árabe bombardeou a cidade portuária de Hudaydah.
Cidade está em mãos de rebeldes houthis.


EFE

Pelo menos 25 civis, a maioria mulheres e crianças, morreram e mais de 70 ficaram feridos em um ataque aéreo da coalizão árabe na cidade portuária de Hudaydah, no Iêmen, em mãos dos rebeldes houthis, informaram nesta quinta-feira (22) fontes governamentais.


Coalizão árabe bombardeou a cidade portuária de Hudaydah (Foto: Khaled Abdullah/Reuters)
Coalizão árabe bombardeou a cidade portuária de Hudaydah (Foto: Khaled Abdullah/Reuters)

Um porta-voz do escritório provincial do Ministério de Saúde iemenita explicou que o bombardeio efetuado na noite de quarta (21) destruiu sete casas localizadas no bairro popular de Suq al Hunud, no centro de Hudaydah.

Entre os feridos há 23 em estado grave, por isso não está descartado que o número de mortos aumente.

Hudaydah, localizada no litoral do Mar Vermelho, cerca de 220 km da capital iemenita, Sana, tem uma grande importância pois abriga o principal porto do norte do Iêmen.

O ataque ao bairro de Suq al Hunud coincidiu com outro bombardeio da coalizão árabe, liderada pela Arábia Saudita, em um quartel da Segurança Central de Hudaydah.

Esta sede militar está ocupada pelos milicianos houthis e seus aliados. Não há informações se eles sofreram baixas no bombardeio.

A aliança árabe começou uma ofensiva militar no Iêmen em março de 2015, em resposta ao avanço dos rebeldes em direção a Aden, que forçou o exílio do presidente iemenita, Abd Rabbuh Mansur Al-Hadi, em Riad.




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